Eu to voltando pra casa

Eu to voltando pra casa Depois de 21 anos fora do Brasil, tô voltando pra casa!
🌍Me segue nessa jornada
↘️ Consultoria / Viagens & Experiências / Coach de Felicidade

Dog friendly, family friendly, LGBTQ+ friendly

20/06/2026

Eu já vi muitos velhinhos e velhinhas vivendo a vida em várias partes do mundo.

Já vi aposentados pedalando na Europa, jogando golfe nos Estados Unidos, meditando na Ásia…

Mas eu sentia saudade dos nossos velhinhos brasileiros.

Ontem, andando por Santos — cidade famosa pelo porto, pelo Pelé e pelo perigoso café preto (muitos P’s) — vi um grupo de senhores reunidos jogando algo que, honestamente, eu achei que fosse bocha.

Mas não.

Era algo tão tradicional e tão brasileiro que nem eu conhecia: malha.

Sim. Se você achava que malha era só tecido de camiseta, leggings ou roupa de academia… se enganou.

Malha também é jogo. E aparentemente é coisa séria.

Fiquei curioso, fui conversar, aprendi as regras, joguei… e agora oficialmente posso dizer:

Virei malheiro.

Ainda não sei se isso vai pro currículo, pro LinkedIn ou pro Tinder, mas aconteceu.

E sabe o que eu mais gostei?

Velhinhos vivendo a velhice tem em todo lugar.

Mas velhinhos brasileiros te ensinando coisas novas sobre o seu próprio país… isso é especial.

Tem algo muito bonito em voltar pra casa e perceber que ainda existe tanto pra descobrir.

Às vezes a gente viaja o mundo inteiro achando que vai aprender lá fora…

…e descobre uma nova paixão na praça da esquina.

E você? Do que sente ou sentia mais falta do lugar de onde veio?

Manda esse vídeo pros velhinhos da sua família. ❤️

18/06/2026

Uma das coisas de que eu mais sentia saudade do Brasil era do forrozinho. 🪗

E não é pouca saudade, não.

Mesmo morando fora, eu organizava festas de forró, dava aula pra gr**go que nunca tinha ouvido falar em xote (e que achava que dois pra lá e dois pra cá era engenharia avançada), e até organizei festa junina com banda de forró de verdade.

Mas uma coisa eu aprendi: dá pra levar o forró pra qualquer lugar do mundo… mas tem uma energia brasileira que só existe aqui.

Saudade de lugar onde o forró tá na veia.
Onde ninguém dança “contando passo”.
Onde o povo já chega arrastando chinelo no ritmo da sanfona.

Semana passada finalmente matei essa saudade no Festival Junino do Provolone, em São Paulo.

E que lugar sensacional.

Tinha artesanato, comida boa, roupas, cantinhos escondidos e até um espaço mais escurinho pra dançar aquele xote coladinho… (daqui a uns 9 meses a gente confere o impacto social do evento).

Na sala principal, uma quadrilha animadíssima quando chegamos. Depois, música ao vivo com trio do interior e muito arrasta-pé.

Resumindo: saí feliz, suado e com dor na panturrilha. Ou seja, foi perfeito.

Se você perdeu, calma que tem mais.

📅 Dia 27 de junho tem mais uma edição inesquecível: FORRÓ CEDIN

⏰ Das 9h às 22h+
📍 .mada

🎤 Estreia do
🔥 +7 atrações confirmadas

O que te espera:
☕ Café da manhã forrozeiro
🍛 Comidas típicas
💋 Barraca do beijo
💌 Correio elegante com 5 cúpidas
🧘 Aula de yoga
💃 Aula de forró
🛍️ Feira mix
🌽 E MUITO arrasta-pé

Já manda esse vídeo pros amigos e bora simbora.

A gente se encontra lá. 🪗❤️
PraCasa — trazendo sua saudade do Brasil de volta pro coração.

14/06/2026

Uma das coisas de que eu mais sentia saudade do Brasil eram as quermesses de junho e julho.

Porque tem coisa mais brasileira do que sair de casa dizendo “vou só dar uma passadinha” e voltar três horas depois pensando se ainda cabe canjica, pastel e sobremesa?

Ontem fui pela primeira vez à Quermesse do Mosteiro da Luz, em São Paulo, e foi uma das melhores surpresas desde que voltei ao Brasil.

O lugar está lindo, decorado com carinho em cada detalhe. As monjas fazem os pães dentro do próprio mosteiro e vendem por lá (e eu gostaria de informar que exerci um autocontrole histórico para não levar metade da produção para casa). A comida estava deliciosa — talvez a melhor comida de quermesse que eu já comi.

Tinha brincadeiras para as crianças, almofadas de palha espalhadas pelo espaço e, para completar, aos sábados a entrada para o Museu de Arte Sacra é gratuita. Ou seja: você alimenta o estômago, a alma e a cultura.

Parabéns a todos os envolvidos, especialmente ao .rabello , , e .

Vocês fizeram muita gente sair de lá feliz. E alguns saíram um pouco mais felizes na balança também.

📍 A Quermesse do Mosteiro da Luz acontece aos sábados e domingos, das 10h às 19h, até o dia 26 de julho.

📍 Mosteiro da Luz – Av. Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (ao lado do metrô Tiradentes)

🎟️ Entrada gratuita, com sugestão de doação de 1 kg de alimento não perecível para as ações sociais do convento.

🚪 Entrada pela Rua Jorge Miranda, 43.

Me segue para matar a saudade do Brasil ou descobrir as coisas lindas que existem por aqui e que muita gente ainda não conhece. 🇧🇷❤️

12/06/2026

Demorou pra eu perceber…

Mas nesses 21 anos morando fora , eu tentei recriar nossa cultura e alegria de viver em vários lugares do mundo.

Um amigo americano que mudou pro Brasil alguns anos atrás, Bobby, me lembrou isso

Na Inglaterra eu organizava eventos e festas Brasileiras .

na Índia e na Itália eu achava bonito o quanto a cultura deles era parecido com a nossa, celebrando a vida todo dia .

Nos Estados Unidos eu não só abri um café de cultura Brasileira , como também fui produtor do festival Brasileiro por quase 10 anos, e iniciei minha pesquisa de felicidade, tendo como base nossa alegria de viver.

Nesse tempo todo, Brasileiros e pessoas que gostavam da nossa cultura se conectavam com tudo que eu criava .

Mas não era uma criação minha , era uma saudade, uma vontade estar aqui mesmo no Brasil, e poder experienciar tudo isso de forma natural

Agora que voltei, algumas coisas fazem mais sentido . Sinto que não preciso criar nada, que já sou parte dessa criação e cultura incrível e celebra a vida todo dia.

Ontem por exemplo , achei um forró com amigos. Gratuito, incrível, e celebratório.

Pronto. Sinto que não preciso criar ou re-criar nada.
Já sou parte me mim mesmo - estou completo.

Obrigado e Bobby!

01/06/2026

Uma das coisas que eu mais sentia falta em São Paulo era a quantidade absurda de eventos e festivais espalhados pela cidade.

Na época em que eu mudei daqui, a **Paulista Aberta** ainda não existia.

Então, foi a minha primeira vez experimentando a avenida principal fechada: aquele estilo europeu de pedestre, só que, obviamente, com o puro suco do jeitinho brasileiro.

O cenário é maravilhoso: em cada esquina toca um gênero musical diferente.

Tinha desde dança típica do Norte ao Sul até canal de TV gravando ao vivo. Tinha barraca de doce, artesanato e, claro, o clássico dos clássicos: **um paulista legítimo te vendendo queijo mineiro legítimo, em plena Avenida Paulista.**

Identidade cultural é isso aqui!

Mas o mais legal mesmo é o senso de comunidade. É ver todas as classes sociais, cores, gêneros e crenças dividindo o mesmo asfalto.

E para fechar com chave de ouro, topamos com uma celebração de Krishna. O pessoal dançando, tocando música indiana e distribuindo uns bolinhos que eram deliciosos, mas que visualmente pareciam meio... duvidosos (comi e passo bem!).

Para melhorar, eles ainda avisaram que ia rolar um almoço gratuito no centro Hare Krishna.

Essa experiência resume perfeitamente como o Brasil funciona: entre o caos e a música, a dança e os desfiles, o amor e o humor... o Brasil simplesmente acontece!

——————————————————————

**Quer viver essas experiências comigo? ✈️✨**

Fique ligado nos próximos eventos e viagens!

🙌🏼🙌🏽🙌🏿ME SIGA E NÃO PERCA NADA!🙌🏾🙌🏽🙌🏻

28/05/2026

Depois de 21 anos morando fora, tem umas coisas que só o Brasil proporciona

Hoje cheguei na casa da minha mãe…
e dei de cara com a minha tia removendo o bigode dela na cozinha.

Sem cerimônia.
Sem spa.
Sem autoestima europeia envolvida.

Só uma toalhinha, um adesivo e a clássica frase:
“fica quieta senão machuca.”

Nessa hora eu percebi:
não importa quantos países eu conheça…
nada supera a intimidade caótica da família brasileira.

Aqui a gente resolve:
bigode,
dor nas costas,
problema amoroso,
e crise existencial…
tudo na cozinha e geralmente perto do café.

E o mais impressionante:
5 minutos depois já tinha pão na chapa, risada e fofoca de vizinha acontecendo normalmente.

O Brasil realmente não deixa ninguém viver uma emoção por vez.

👉 Me segue pra mais histórias da minha volta pra casa!

26/05/2026

ATENÇÃO: fui convocado pra Copa. 🇧🇷⚽️

Infelizmente descobriram rapidamente que eu corro menos que um tio segurando pratinho de churrasco.

Então a CBF me colocou em outra função:
“Especialista em felicidade, clima emocional e storytelling da seleção brasileira.”

Basicamente:
sou o cara responsável por impedir crise existencial no vestiário

Enquanto o técnico fala de tática,
eu entro dizendo:
“Galera… o verdadeiro hexa são os amigos que fazemos no caminho.”

Minha função inclui:
— abraçar jogador nervoso antes dos pênaltis
— lembrar atacante que ex também sofre
— aumentar autoestima do goleiro
— e impedir briga no grupo do WhatsApp da seleção

Também fui contratado porque aparentemente brasileiro rende mais feliz:
com samba,
com pão de queijo,
e alguém dizendo “vai dar certo” sem nenhuma prova científica.

A parte difícil vai ser me controlar pra não pedir selfie com os jogadores no meio do treino.

E caso o Brasil perca…
já preparei um retiro emocional com respiração, forró e terapia coletiva.

👉 Qual cargo você teria na seleção brasileira? 😂

25/05/2026

Eu vim pro Brasil por várias razões:

pra ficar mais perto da família,
pra curtir amigos antigos,
pra reencontrar essa energia brasileira que é só nossa…
e também pra estar presente quando a vida acontece de verdade — inclusive nos momentos difíceis.

Fiquei 21 anos morando fora, sempre vindo de férias, geralmente no verão, vivendo o Brasil das celebrações.

Mas dessa vez estou aqui vivendo também o inverno.
O inverno da estação… e o inverno das coisas que hibernam e partem.

Uma dessas despedidas foi a da nossa cachorrinha Shiva, algumas semanas atrás.

Depois de uma vida inteira rodeado de animais — na infância, no Brasil, e depois em todos os países onde morei — essa foi a primeira vez que pude estar presente quando um desses bichinhos do céu foi embora.

Eu estava lá com a minha mãe na veterinária quando ouvimos que era a hora.

Seguramos a Shiva no colo.
Ela já não enxergava, quase não ouvia, mal andava… mas ainda comia muito

Talvez tenha sido esse amor pela comida que ajudou ela a viver lindos 18 anos.

E quem conheceu a Shiva sabe:
ela era praticamente uma entidade.

A mesma cachorra que minha família tentou doar anos atrás…e ela fugiu da casa nova, atravessou quilômetros de São Paulo e encontrou sozinha o caminho de volta pra casa da minha mãe.

A mesma que pulava nos armários pra roubar pão e bolacha escondidos, obrigando minha mãe a colocar trava de criança na cozinha

Shiva viveu intensamente.
Pulou, bagunçou, aprontou, amou e foi profundamente amada.

E no fim, talvez seja isso que importa.

Obrigado por tudo, Shiva.

Foi um privilégio ter você nas nossas vidas 🤍
Até uma próxima.

22/05/2026

Hoje aprendi uma informação importantíssima pra humanidade:

como descobrir se o tomate é macho

Segundo especialistas da feira, aparentemente é pela pontinha do tomate.

Sim. A pontinha define tudo.

E aí eu fiquei pensando:

a natureza realmente não faz questão nenhuma de ser discreta

Inclusive vamos lembrar que tomate é fruta.

Ou seja: passei anos da minha vida fazendo salada de fruta sem saber.

O Brasil é maravilhoso porque você sai pra comprar legumes…

e com uma crise existencial, uma aula de biologia e 3 novas teorias da conspiração.

Enfim, respeito absoluto aos senhores da feira.
Eles sabem coisas que a ciência ainda não explicou.

👉 Você já ouviu alguma “sabedoria popular” brasileira que te fez questionar toda a realidade?

21/05/2026

Faz quase um mês e meio que eu voltei pro Brasil… e já percebi que algumas coisas realmente não mudaram

O jeitinho brasileiro continua firme e forte (até porque se não tivesse, nem seria Brasil).

O cara do caixa do mercado entrou na fila errada como se fosse esporte olímpico.

O trânsito continua existindo até às 5h da manhã… só que agora parece mais pacífico. Talvez porque ninguém queira tomar buzina e bala ao mesmo tempo

E pela SEGUNDA vez no mesmo mercado cobraram valor errado.

Mas dessa vez eu gravei.
Os danados não me pegaram desprevenido

Ao mesmo tempo… as coisas mais lindas continuam aqui também — e ainda são maioria.

Conhecer gente na fila do banco.

Receber “bom dia” do porteiro… e de mais 484 pessoas ao longo do dia.

O calor humano.
O calor do clima.

E o privilégio de ficar de cueca em casa em pleno “inverno brasileiro”

No fim das contas…
continua valendo MUITO a pena voltar pra casa.

👉 E você que mora fora: do que NÃO sente falta do Brasil?

👉 Me segue pra se inspirar a voltar — ou valorizar ainda mais o que a gente já tem aqui 🇧🇷

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