05/02/2026
A primeira ideia passou por levar o foodtruck às aldeias, preparando refeições para a população, numa lógica de proximidade e apoio direto.
No entanto, percebemos que essa operação exigia uma logística complexa, à qual não obtivemos resposta em tempo útil.
Perante isso, tomámos uma decisão simples e consciente: direcionar o apoio para quem cuida de nós todos os dias — os bombeiros.
Para quem precisava de força, energia e condições para chegar ao povo quando mais era preciso.
A ideia inicial era modesta. Estavam previstas apenas 20 refeições de oferta, confecionadas de forma voluntária, com os nossos próprios produtos e sempre com o mesmo padrão de qualidade.
Mas rapidamente percebemos que podíamos fazer mais.
Foi então que convidámos artistas e agentes da música em Portugal a juntarem-se a este gesto solidário.
A este movimento juntou-se também alguém que preferiu manter-se anónimo. Outros tantos responderam mais tarde e já não havia necessidade de recebermos mais apoio, tendo posteriormente feito também já a sua parte.
Graças a todos estes apoios, foi possível transformar 20 em 100 refeições oferecidas, preparadas com ingredientes de qualidade, respeito e responsabilidade.
Nada disto teria sido possível sem os voluntários — todos os que se disponibilizaram para vir ajudar, dar tempo, energia e trabalho, sem pedir nada em troca, assim a todos que se disponibilizaram já não sendo preciso.
A vocês, o nosso mais sincero obrigado.
Este projeto mostrou que, quando as circunstâncias mudam, a intenção mantém-se.
E que quando a comunidade se une, o impacto chega mais longe.