Quiosque de Refresco

Quiosque de Refresco Xaropes para a preparação de refrescos. E vai de refresco!

Xaropes elaborados com ingredientes naturais e inspirados por receitas antigas, reinventados com criatividade e apurados pela experiência. Os xaropes Quiosque de Refresco privilegiam as matérias primas nacionais e são produzidos em Portalegre pela Sabores Santa Clara. Levam a marca Quiosque de Refresco pois foram originalmente desenvolvidos para os quiosques históricos de Lisboa explorados por est

a insígnia, pioneira no relançamento destas minúsculas e charmosas estruturas urbanas lisboetas desde 2009. Estes refrescos de sabor singular e excelência portuguesa podem agora, finalmente, ser degustados nos melhores restaurantes, cafés e esplanadas do país - e em sua casa também.

Nestes dias de Inverno que mais parecem de Primavera, há refrescos sem-fim num quiosque perto de si!
06/12/2016

Nestes dias de Inverno que mais parecem de Primavera, há refrescos sem-fim num quiosque perto de si!

Procuramos colaborador/a de cozinha para fazer limonadas, laranjadas outras maravilhas! Enviem CV com foto para geral@qu...
21/11/2016

Procuramos colaborador/a de cozinha para fazer limonadas, laranjadas outras maravilhas!
Enviem CV com foto para [email protected]

Um pouco sobre a história dos quiosques de Lisboa para ouvir na NPR
01/08/2016

Um pouco sobre a história dos quiosques de Lisboa para ouvir na NPR

Ornate refreshment kiosks were once the heart of Lisbon's parks and plazas. They faded away under a dictatorship that discouraged public gatherings. Now they're back to help revitalize the city.

“No fundo da avenida, bebendo um capilé. Quarenta graus à sombra, nas mesas do café” cantavam os Radar Kadafi em 1987Ain...
02/07/2016

“No fundo da avenida, bebendo um capilé. Quarenta graus à sombra, nas mesas do café” cantavam os Radar Kadafi em 1987

Ainda não chegámos aos 40º, mas o calor já aperta e um capilé continua refrescante!

https://www.youtube.com/watch?v=5GeIwFY_t_E

02/07/2016
Procurarmos novos quiosqueiros para reforçar a nossa equipa. Espalhem a palavra e enviem as candidaturas para geral@quio...
15/05/2016

Procurarmos novos quiosqueiros para reforçar a nossa equipa. Espalhem a palavra e enviem as candidaturas para [email protected]
Muito obrigado!

Os nossos (e outros) quiosques lisboetas na The Spaces, pela lente de Richard John Seymour:"Until just a few years ago, ...
05/05/2016

Os nossos (e outros) quiosques lisboetas na The Spaces, pela lente de Richard John Seymour:

"Until just a few years ago, a ‘capilé’ would have been as unfamiliar to Lisbonites as to those outside of Portugal. Once a staple local tipple, made from maidenhair fern leaf syrup and essence of orange blossom, it slipped out of people’s consciousness as the city’s classic drinking and snacking spots – its historic kiosks – closed for business.
In 2009, however, local businesswoman Catarina Portas teamed up with architect João Regal to restore the kiosks in five downtown areas. Their ‘Quiosque de Refresco’ quickly prompted a wave of revival acts across the city, putting capilé and other classic beverages back on the menu."

http://thespaces.com/2016/05/03/once-obsolete-these-staples-of-city-life-are-making-a-comeback/

Until just a few years ago, a ‘capilé’ would have been as unfamiliar to Lisbonites as to those outside of Portugal. Once a staple local tipple, made from maidenhair fern leaf syrup and essence of orange blossom, it slipped out of people’s...

Reza a história que as pequenas e doces laranjas originárias da cidade marroquina de Tânger foram batizadas "tangerinas"...
19/04/2016

Reza a história que as pequenas e doces laranjas originárias da cidade marroquina de Tânger foram batizadas "tangerinas" aquando da sua chegada a Inglaterra, em 1841.

Inspirado por receitas antigas e reinventado com criatividade, o Xarope de Tangerina do Quiosque de Refresco é produzido exclusivamente com fruta nacional.

Agora que o calor nos bate à porta, este xarope rico em antioxidantes naturais é ideal para preparar refrescos, cocktails e sobremesas deliciosas. Como dizia Eça de Queiroz, "e vai de refresco!"

Foi em 1933 que Carlos Almeida abriu em Chão de Meninos, Sintra, um pequeno estabelecimento onde vendia queijadas. Por g...
03/04/2016

Foi em 1933 que Carlos Almeida abriu em Chão de Meninos, Sintra, um pequeno estabelecimento onde vendia queijadas. Por graça colocou à porta uma figura de preto em madeira e logo foi chamada "Casa do Preto". Hoje a tradição desta marca é perpetuada pelos netos do fundador, sendo uma das quatro Antigas Fábricas de Queijadas de Sintra.

O fabrico de queijadas remonta aos tempos da Idade Média, existindo um registo de 1227 na Torre do Tombo onde as queijadas de Sintra são referidas como pagamento de um foro. A região de Sintra é rica em pastorícia e crê-se que, pela sua grande produção, o leite terá sido utilizado nos conventos para a confecção deste doce. A confecção é geralmente simples - queijo, ovos, farinha, açúcar e canela - mas cada fábrica tem o seu segredo, conferindo às queijadas um sabor inconfundível.

Uma visita a Sintra não f**a completa sem uma (ou mais) destas queijadas. Em Lisboa pode provar esta gulodice num Quiosque de Refresco. Bom Domingo!

Porque um dia cinzento pede guarda-chuva e a Páscoa pede chocolate, que tal uma sombrinha Regina?Moldadas em chocolate d...
26/03/2016

Porque um dia cinzento pede guarda-chuva e a Páscoa pede chocolate, que tal uma sombrinha Regina?
Moldadas em chocolate de leite na forma de um chapéu de chuva, as coloridas sombrinhas de chocolate Regina são uma memória de infância para muitos portugueses.
Faça chuva ou faça sol, para que tenha uma boa Páscoa!

Conta a lenda que foi um monge da Igreja de Santo António, Francisco Espinheira, que experimentou deixar ginjas a macera...
17/03/2016

Conta a lenda que foi um monge da Igreja de Santo António, Francisco Espinheira, que experimentou deixar ginjas a macerar em aguardente, acrescentando açúcar, água e canela. E foi no muito castiço balcão da Ginginha do Largo de São Domingos, ainda hoje no mesmo canto do Rossio, fundada em 1840 por um galego empreendedor, que se começou a servir aquela que se viria a tornar a mais típica bebida lisboeta. Hoje, o negócio desta bebida, prima do kirsh e do marrasquino, vai na quinta geração, seleccionando as melhores ginjas (prunus ceresus) e garantindo os 4 meses de repouso para uma produção de 150.000 litros anuais, muitos deles exportados. Bebida doce e saborosa, serve-se tradicionalmente “com elas” ou “sem elas”, segundo o freguês goste ou não de trincar a fruta curtida no fundo do copo. Uma delícia que confirma os versos escritos há mais de um século no balcão da Espinheira: “É mais fácil com uma mão dez estrelas agarrar, fazer o sol esfriar, reduzir o mundo a grude, mas ginja com tal virtude é difícil de encontrar.”

Para além do original balcão do Largo de São Domingos, a Ginginha Espinheira pode ser apreciada em qualquer Quiosque de Refresco: Praça de São Paulo, Praça Luís de Camões, Jardim do Príncipe Real, Praça das Flores e Largo da Sé.
É só pedir ao balcão: “com elas” ou “sem elas”.

Endereço

Pç. Luís De Camões
Lisbon
LISBON

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