Sabores Magia

Sabores Magia Um lugar onde se come e volta a ter lembranças da comida da avó. Dispõe zona fumadores, e não fumadores ! Dispõe de wc homens/wc mulheres

insubstituível só o sporting
29/10/2024

insubstituível só o sporting

29/10/2024

Sobre o ataque à Academia do Sporting (2018) e a semana de terror em Lisboa(2024).

No ataque à Academia, o Ministério Publico [pela mão da Procuradora Candida Vilar e com a indicação e suporte do seu amigo Rui Pereira (Maçon, ex Ministro de Socrates, ex director do SIS e ex dirigente do presidente do Benfica, Luis Filipe Vieira] decidiram acusar os jovens de Terrorismo.

Esta aberração jurídica, muito criticada nos meios judiciais, que depois foi desacreditada pelo acordão de sentença, deveu-se ao facto de "a acção dos jovens ter causado terror e alarme social".

Acontece que neste ataque, a vítima mais grave levou uma cinturada, outros levaram empurrões, socos e pontapés.

Convém ainda relembrar que por culpa do MP e do Juiz de Instrução, vários jovens inocentes foram colocados em prisão preventiva e mais tarde foram absolvidos. Tragédia esta que teve e terá um impacto brutal para o resto das suas vidas.

Já na semana de terror em Lisboa, o agora comentador Rui Pereira, quando perguntado pelo jornalista da CMTV, sobre a possibilidade de estar em causa um crime de terrorismo por parte dos africanos, conseguiu trasvergir na resposta sem nunca responder cabalmente se existia essa possibilidade.

Esta é a hipocrisia e dualidade de critérios que rege alguma magistratura que capturou a Justiça portuguesa.

Neste caso, não foi um ataque pontual, mas sim a prática reiterada de crimes durante 7 dias, com dezenas de automóveis, autocarros, mobiliário urbano e até lojas incendiadas, tiros disparados contra a polícia(felizmente não acertaram nenhum), mas alguns cravejados nas viaturas policiais, que tambem foram alvo de pedradas e cocktails molotov, sendo o mais grave, as vitimas humanas.

Um motorista incinerado e os passageiros brutalmente agredidos, tendo uma das vitimas perdido 8 dentes, vários policias agredidos, jornalistas atacados, e um numero não quantificado de pessoas espancadas pela cidade, por tentarem impedir os incendios.

Para agravar, as dezenas de vídeos que foram postos a circular onde esta minoria, incentivou ao ódio, à destruição, caos social e até ao assassinato de policias e lideres politicos de direita.

É por isso imperativo que os portugueses exijam ao Ministério Publico, a acusação de terrorismo conforme o plasmado na Lei n.º 52/2003, de 22 de Agosto, contra estes gangs violentos e organizados de malfeitores.

O wokismo tem que ser expurgado dentro do poder judicial.

10/08/2024

O trabalho dos empregados de mesa é frequentemente subestimado, mas a realidade é que eles desempenham um papel crucial no sucesso de qualquer estabelecimento gastronômico. A complexidade e a demanda dessa função exigem habilidades excepcionais e uma dedicação incansável.

Ser empregado de mesa não é apenas levar pratos e bebidas até os clientes. É um trabalho que exige agilidade, memória, organização e uma capacidade singular de multitarefa. Cada mesa representa um novo desafio, onde é necessário atender rapidamente às necessidades dos clientes, muitas vezes equilibrando pedidos complexos e especiais. A pressão para garantir que cada cliente tenha uma experiência positiva é constante, e a capacidade de fazer isso com um sorriso é uma habilidade admirável.

Além disso, os empregados de mesa são muitas vezes o rosto do restaurante. Eles são responsáveis por criar a primeira impressão e, muitas vezes, a última. Sua cortesia, paciência e profissionalismo podem transformar uma refeição comum em uma experiência memorável. Isso exige uma capacidade notável de comunicação e empatia, adaptando-se às personalidades e preferências de cada cliente.

O ambiente de trabalho pode ser frenético e estressante, com longas horas em pé, lidando com situações inesperadas e mantendo a calma em meio ao caos. A coordenação com a cozinha, a precisão nos pedidos e a gestão do tempo são essenciais para garantir um serviço eficiente e satisfatório.

Portanto, reconhecer o trabalho árduo dos empregados de mesa é essencial. Eles são os heróis anônimos que trabalham incansavelmente para proporcionar momentos de prazer e satisfação aos clientes. Sua dedicação e profissionalismo são dignos de admiração e respeito.

DAS PROFISSÕES MAIS DESVALORIZADAS E MAL PAGAS QUE CADA VEZ TEM MENOS PROFISSIONAIS DE VERDADE

08/07/2024

Vale apena ler este artigo de opinião de Rui Vieira Nery.
"Antigamente as cozinheiras dos bons restaurantes portugueses eram umas Senhoras rechonchudas e coradas, em geral já de idade respeitável, com nomes bem portugueses ainda a cheirar a aldeia – a D. Adosinda, a D. Felismina, a D. Gertrudes – e por vezes com uma sombra de buço que parecia fazer parte dos atributos da senioridade na profissão.

Tinham começado por baixo e aprendido o ofício lentamente, espreitando por cima do ombro dos mais velhos.

E tinham apurado a mão ao longo dos anos, para saberem gerir cada vez com mais mestria a arte do tempero, a ciência dos tempos de cozedura, os mistérios da regulação do lume.

A escolha dos ingredientes baseava-se numa sabedoria antiga, de experiência feita, que determinava o que “pertencia” a cada prato, o que “ia” com quê, os sabores que “ligavam” ou não entre si.

Traziam para a mesa verdadeiras obras de arte de culinária portuguesa, com um brio que disfarçavam com a falsa modéstia dos diminutivos – “Ora aqui está o cabritinho”, “Vamos lá ver se gosta do bacalhauzinho”, “Olhe que o agriãozinho é do meu quintal”.

Ficavam depois a olhar discretamente para nós, para nos verem na cara os sinais do prazer de cada petisco, mesmo quando à partida já tinham a certeza do triunfo, porque cada novo cliente satisfeito era como uma medalha de honra adicional.

E a melhor recompensa das boas Senhoras era o apetite com que nos viam: “Mais um filetezinho?” “Mais uma batatinha assada?”.



Hoje em dia, ao que parece, nestes tempos de terminologias filtradas, já não há cozinheiros, há “chefes”, e a respectiva média etária ronda a dos demais jovens empresários de sucesso com que os vemos cruzarem-se indistintamente nas páginas da “Caras” e da “Olá”.

Os nomes próprios seguem um abecedário previsível – Afonso, Bernardo, Caetano, Diogo, Estêvao, Frederico, Gonçalo, … – e os apelidos parecem um anuário do Conselho de Nobreza, com uma profusão ostensiva de arcaísmos ortográficos que funcionam como outros tantos marcadores de distinção – Vasconcellos, Athaydes, Souzas, Telles, Athouguias, Sylvas…

Quase nunca os vemos, claro, porque os deuses só raramente descem do Olimpo, mas somos recebidos por um exército de divindades menores cuja principal função é darem-nos a entender o enorme privilégio que é podermos aceder a semelhante espaço tão acima do nosso habitat social natural.

A explicação da lista é, por isso, um longo recitativo barroco, debitado em registo enjoado, em que, mais do que dar-nos uma ideia aproximada das escolhas possíveis, se pretende esmagar-nos com a consciência da nossa pressuposta inadequação à cerimónia em curso.



A regra de ouro é, claro, o inusitado das propostas culinárias em jogo e, preferivelmente, a sua absoluta ininteligibilidade para o cidadão comum.

Mandam, pois, o bom senso e o próprio instinto de auto-defesa que se delegue na casa a escolha do menu, sabendo-se, no entanto, que não vale a pena sonhar com que pelo meio nos apareça um pobre cabrito assado no forno, um humilde sável com açorda, ou uma honesta posta de bacalhau preparada segundo qualquer das “Cem Maneiras” santificadas das nossas Avós.

Seja o que Deus quiser!

E começam então a chegar a “profiterolle de anchova em cama de gomos de tangerina caramelizados, com espuma de champagne”, o “ceviche de vieira com molho quente de chocolate branco e raspa de trufa”, a “ratatouille de pepino e framboesa polvilhada com canela e manjericão”, e por aí fora, em geral com largos minutos de intervalo entre cada prato e o seguinte, para nos dar tempo de meditar sobre a experiência numa espécie de retiro espiritual momentâneo…



E é de experiência que se pode aqui falar no sentido mais fugaz do termo.

Deliciosa ou intragável, a oferta tende a ser, por princípio, “one time only”, porque quando o empregado anuncia, na sua meia voz enfadada, o “camarão salteado em calda de frutos silvestres e açafrão”, o uso do singular não é metafórico – é mesmo um exemplar único da espécie que se nos apresenta em toda a sua glória, ainda que possa reinar isolado no meio de um prato em que, em tempos, caberia um costeletão de novilho com os respectivos acompanhamentos.

Se se detestar, há pelo menos a consolação de que não haverá qualquer hipótese de reincidência do crime; se se adorar – o que há que reconhecer que muitas vezes acontece – ficará apenas a memória fugidia do prazer inesperado.

A função do “chefe” é proporcionar-nos no palato esta sucessão de sensações momentâneas irrepetíveis, todas elas em doses cuidadosamente homeopáticas, um pouco como as configurações sempre novas de um caleidoscópio – ou, se se preferir uma imagem mais forte, como a versão gastronómica de uma poderosa substância alucinogénia, daquelas que faziam as delícias da geração hippie dos anos 60 quando lhe davam a ver, ora elefantes cor-de-rosa, ora hipopótamos azul-celeste.

Wow!



Que saudades das Donas Adozindas, das Donas Felisminas, das Donas Gertrudes, mais camponesas ainda do que citadinas, com a sua sabedoria, as suas receitas de família, a sua simplicidade, a sua fartura, o seu gosto de servir bem, o seu sentido de tradição e de comunidade!"

para ler e reflectir ! bem vindos a nova geração de chefes

26/05/2024

Feliz sábado

O famoso ator Arnold Schwarzenegger postou uma foto dele mesmo dormindo na rua, sob sua famosa estátua de bronze, e infelizmente escreveu:
"Como os tempos mudaram"...
A razão pela qual escreveu a frase não foi só porque era velho, mas porque quando era governador da Califórnia inaugurou aquele hotel com a sua estátua.

A administração do hotel disse ao Arnold que "a qualquer momento você pode vir e ele sempre terá um quarto separado para você".

Quando Arnold se demitiu do governador e um dia quis ficar no hotel, a administração recusou-se a dar-lhe um quarto argumentando que deveria pagar, já que o hotel estava quase cheio.

Ele trouxe um "Sleeping Bag" e deitou-se debaixo da estátua e explicou o que queria transmitir: "Quando eu estava em uma posição importante, sempre me felicitavam e quando perdi essa posição, esqueceram-se de mim e não cumpriram a promessa. Não confie na sua posição nem na quantidade de dinheiro que você tem, nem no seu poder, nem na sua inteligência, isso não vai durar".

Tentando ensinar a todo mundo que quando você é "Importante" aos olhos das pessoas, todos são seus "Amigos". Mas uma vez que você não beneficiar ou substituir seus interesses, você não vai importar.

"Nem sempre você é quem pensa que sempre será, nada dura para sempre".

Pessoas vão e vêm; os interesses de cada um mudam de um dia para o outro. Hoje eles podem te abraçar e amanhã te trair e até te pisar.

O DESAFIO então, é aprender a escolher bem as nossas conexões, desconectando-nos dos tóxicos e oportunistas, e tirar um tempo para colocar, em nossos círculos de confiança, aqueles que nos amam pelo que somos, e não pelo que possam nos tirar por interesse ou rejeitar por desinteresse.

E acima de tudo a nossa única glória permanente é a Coroa da Justiça que está guardada para aqueles que servimos ao nosso Deus.

Fisioterapeuta de Excelência

23/01/2024

O telefone está sempre ligado.
A porta está fechada mas se precisares eu abro.
O café pode ser facilmente feito.
Há sempre um bom vinho na garrafeira.
Apoiem-se uns aos outros.
Precisamos de mais união e menos falsidade.
Se concordas com este ideia copia e publica, para mostrar que estás sempre lá quando alguém precisa de falar.

Toda a galera a despedir-se do último pagode do ano !
23/10/2022

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Musica,animação e moqueca !
15/10/2022

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Falta poucas horas para a festa começar
09/10/2022

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O melhor pagode do algarve está de volta amanhã
08/10/2022

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02/10/2022
26/09/2022

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Rua Ferreira Neto, Nº33
Faro
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