Nannu's Restaurant Albufeira

Nannu's Restaurant Albufeira Mantivemos o restaurante fechado por responsabilidade e segurança — já se perguntou porquê? (Operadores do Nannu’s restaurant desde 17/12/2021.)

“Quando o silêncio se prolonga além do necessário, a verdade ergue‑se como denúncia do que foi calado.”     Câmara Munic...
27/01/2026

“Quando o silêncio se prolonga além do necessário, a verdade ergue‑se como denúncia do que foi calado.”

Câmara Municipal de Albufeira Rui Cristina Assembleia Municipal de Albufeira ̧a

“Quando se elimina o impossível, o que resta, por mais improvável que seja, deve ser a  .”          Câmara Municipal de ...
26/01/2026

“Quando se elimina o impossível, o que resta, por mais improvável que seja, deve ser a .”

Câmara Municipal de Albufeira Assembleia Municipal de Albufeira

Purple rain? chuva roxa? Alguém mais viu isto? Parecia mesmo roxo.
25/01/2026

Purple rain? chuva roxa? Alguém mais viu isto? Parecia mesmo roxo.

Sentimos a responsabilidade de informar a nossa comunidade sobre uma situação séria que tem ocorrido ao longo dos último...
19/12/2025

Sentimos a responsabilidade de informar a nossa comunidade sobre uma situação séria que tem ocorrido ao longo dos últimos meses e que continua, até hoje, sem esclarecimento institucional.

Desde o início de 2023, temos procurado obter respostas formais da Câmara Municipal de Albufeira relativamente a questões importantes relacionadas com segurança estrutural, relatórios técnicos oficiais, procedimentos administrativos e aspectos legais relevantes para o edifício onde o nosso restaurante está instalado.

Estas matérias não são triviais.
Incluem referências técnicas a “perigo de morte”, constatações de vistoria municipal, dúvidas sobre compatibilidade urbanística, e questões cujo impacto afeta tanto a segurança do espaço como o funcionamento regular da atividade.

Ao longo deste processo, tem havido prejuízos reais, risco documentado e grande incerteza, que merecem tratamento adequado e transparente.

Com o objetivo de obter informações claras e cumprir todos os deveres legais que nos cabem, enviámos:

– 22 de outubro: uma comunicação formal dirigida à Presidência da Câmara Municipal, Rui Cristina marcada como lida
– 07 de novembro: segunda comunicação, igualmente enviada e marcada como lida

Nenhuma destas comunicações recebeu resposta..

A 18 de dezembro de 2025, às 22:33, devido à persistente ausência de esclarecimentos, remetemos um novo pedido formal — novamente dirigido ao Gabinete da Presidência da Câmara Municipal — procurando obter respostas institucionais às questões já anteriormente apresentadas.

Hoje recebemos a notificação do sistema a informar que o nosso email foi apagado sem ter sido aberto.

Importa clarificar:

• O email enviado tinha caráter formal, respeitoso e urgente, com pedidos de esclarecimento claramente identificados.
• O conteúdo dizia respeito a questões de segurança, legalidade urbanística, procedimentos administrativos e elementos técnicos oficiais que permanecem pendentes desde 2023.
• A mensagem foi enviada para os endereços institucionais adequados, garantindo o seu registo interno.
• Nenhuma comunicação anterior recebeu resposta.
• As questões de fundo continuam totalmente por esclarecer.

Partilhamos esta informação publicamente porque entendemos que o silêncio, a ausência de resposta e a eliminação de comunicações formais não constituem procedimentos aceitáveis perante dúvidas legítimas que envolvem segurança, legalidade e o funcionamento de uma atividade económica local.

O nosso objetivo é exclusivamente institucional:
obter respostas, transparência e o tratamento adequado de um processo que se arrasta desde março de 2023.

Continuamos totalmente disponíveis para o diálogo construtivo e mantemos a porta aberta, como sempre fizemos.

Gostaríamos de saber a opinião da nossa comunidade:

Consideram aceitável que comunicações formais sobre segurança, procedimentos e esclarecimentos institucionais — enviadas de forma respeitosa e fundamentada — fiquem sem resposta durante tantos meses, e que a mais recente tenha sido apagada sem sequer ser aberta?

A vossa perspetiva é importante para nós.

Em anexo: captura de ecrã da notificação de eliminação do email não lido.

Tradução da imagem:

A sua mensagem

Assunto: Pedido de esclarecimento processual e seguimento de comunicações – Proc. n.º 822/86 / Auto de Vistoria n.º 7/2023
Enviado: sexta-feira, 19 de dezembro de 2025 08:31:34 (UTC+00:00) Monróvia, Reykjavik

foi eliminado sem ser lido na sexta-feira, 19 de dezembro de 2025 08:31:24 (UTC+00:00) Monróvia, Reiquejavique.
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Câmara Municipal de Albufeira Rui Cristina CHEGA - Albufeira Assembleia Municipal de Albufeira ̧a ̧aparatodos

⚖️ O que a lei exige de uma Deputada da Assembleia Municipal de Albufeira quando a Câmara Municipal de Albufeira emite u...
11/12/2025

⚖️ O que a lei exige de uma Deputada da Assembleia Municipal de Albufeira quando a Câmara Municipal de Albufeira emite um Auto de Vistoria que declara:

“No nosso entendimento, resulta expressamente do Auto de Vistoria n.º7/2023 a verificação de um dos pressupostos de que depende o acionar das medidas de conservação do edificado, estatuídas no artigo 89.º do RJUE, a saber: risco para a segurança.”

o significado é inequívoco: há risco para a segurança pública.

Nos termos da lei Portuguesa, esta constatação desencadeia deveres obrigatórios — não apenas para o proprietário, mas também para os eleitos locais que têm a responsabilidade de fiscalizar a atuação municipal.

📌 Deveres de uma Deputada da Assembleia Municipal de Albufeira

Uma Deputada da Assembleia Municipal de Albufeira está vinculada aos princípios da legalidade, imparcialidade e prossecução do interesse público (Lei 29/87 – Estatuto dos Eleitos Locais; Constituição, artigo 266.º). Perante uma declaração oficial de “risco para a segurança”, os seus deveres incluem:

Exigir a aplicação do artigo 89.º do RJUE Garantir que a Câmara notifica o proprietário, impõe as obras necessárias e cumpre os prazos. Se o proprietário não agir, a Câmara deve recorrer à posse administrativa e execução coerciva.

Proteger a segurança pública Assegurar que a Proteção Civil é informada sempre que exista perigo iminente, como previsto na Lei de Bases da Proteção Civil. A omissão não é admissível.

Garantir transparência e legalidade Verificar que as notificações são dirigidas ao verdadeiro titular registado, que as restrições da REN são respeitadas e que não há procedimentos que comprometam a confiança pública.

Evitar conflitos de interesse Uma deputada não pode intervir em privado em processos que colidam com os seus deveres públicos. O seu papel é proteger a comunidade, não interesses particulares.

🚨 Porque isto importa

O Auto de Vistoria n.º 7/2023 não fala em hipóteses — declara risco para a segurança.

A partir desse momento, a lei exige ação. Qualquer dDeputada da Assembleia Municipal de Albufeira tem o dever de assegurar que a Câmara cumpre a lei, que os prazos são respeitados e que a segurança dos cidadãos não é sacrificada.

Em resumo: Quando “risco para a segurança” está registado oficialmente, não há margem para escolha.

As deputadas municipais estão legal e eticamente obrigadas a agir — porque proteger o público não é opcional, é o seu juramento.

Em termos simples: o Auto de Vistoria n.º 7/2023 foi homologado pela Câmara Municipal de Albufeira em 4 de julho de 2023 e fixou um prazo de 60 dias para que o proprietário realizasse as obras necessárias de reparação e conservação.

Esse prazo terminou a 2 de setembro de 2023. Desde então, cada dia de inação representa incumprimento da lei.

Hoje, já passaram 830 dias além do prazo legal. Isto significa que, perante um risco para a segurança oficialmente reconhecido, houve omissão e falta de execução das medidas obrigatórias.

A lei é clara: quando existe “risco para a segurança”, não há margem para escolha — a Câmara deve agir, e os eleitos locais têm o dever de garantir que a segurança pública não é sacrificada.

Declaração de Privacidade e Edição de Imagens As imagens utilizadas são printscreens extraídos do Auto de Vistoria n.º 7/2023. Para efeitos de publicação e divulgação, foram editadas de forma a remover ou desfocar os nomes das pessoas envolvidas, bem como tornar invisíveis as respetivas assinaturas. Estas medidas foram adotadas exclusivamente por razões de privacidade e proteção de dados pessoais, mantendo-se intacto o conteúdo relevante de interesse público.

Assembleia Municipal de Albufeira Rui Cristina CHEGA - Albufeira

É importante que todos compreendam a linha temporal da exploração do restaurante. Entre 4 de maio de 2020 e 17 de dezemb...
06/12/2025

É importante que todos compreendam a linha temporal da exploração do restaurante. Entre 4 de maio de 2020 e 17 de dezembro de 2021, o restaurante Nannu’s foi gerido por anteriores operadores.

No dia 17 de dezembro de 2021, nós adquirimos formalmente o trespasse e passámos a ser os responsáveis pelo negócio. Desde essa data, não temos qualquer ligação com os anteriores exploradores nem com a forma como conduziram a atividade. A nossa posição é distinta e documentada: somos os atuais titulares do negócio, e a nossa responsabilidade começa apenas a partir do momento da aquisição.

Queremos ser muito claros quanto à nossa filosofia: quando vidas preciosas estão em risco, nenhum perigo é pequeno demais para ser ignorado.

Ao longo de mais de quatro anos, reunimos documentos oficiais, relatórios técnicos e registos prediais que confirmam uma realidade incontornável:

* Licenciamento de 2005 O alvará emitido nunca poderia ter sido válido: o imóvel está classificado desde 1996 como REN — Área de Elevado Risco de Erosão Hídrica do Solo. Sem parecer favorável da CCDR/APA, qualquer licença é juridicamente impossível.

* Risco Estrutural Grave Engenheiros independentes identificaram fissuras, infiltrações, movimentos de terreno e perigo de derrocada. Um dos relatórios concluiu existir risco de colapso parcial ou total, com perigo de morte.

* Prazo Municipal Expirado Em julho de 2023 foi homologado um Auto de Vistoria com prazo de 60 dias para obras obrigatórias. Mais de 800 dias depois, nenhuma obra foi realizada, nenhuma medida de segurança foi tomada.

* Comunicações Recentes Em outubro e novembro de 2025 enviámos duas comunicações formais ao novo Presidente da Câmara Municipal de Albufeira. Ambas foram lidas no próprio dia, conforme os recibos de leitura que recebemos. No entanto, até hoje, não recebemos qualquer resposta.

O que isto significa

- O licenciamento original nunca foi compatível com a lei.

- As condições estruturais representam perigo real para pessoas e bens.

- O prazo legal expirou sem qualquer intervenção.

O nosso compromisso

Não fazemos acusações pessoais. Limitamo-nos a partilhar factos verificados que demonstram porque esta situação deixou de ser apenas privada: É uma questão de segurança pública, de legalidade ambiental e de integridade administrativa.

Mas há também uma dimensão humana que não pode ser esquecida. Desde dezembro de 2021, quando assumimos o trespasse, reunimos uma equipa de pessoas extraordinárias — profissionais com sonhos, aspirações, vontade, conhecimento e paixão. Todos acreditaram que juntos poderíamos transformar o Nannu’s no restaurante mais querido do Algarve, um espaço de memórias felizes e de excelência gastronómica.

Esses trabalhadores partilharam connosco a visão de se tornar “o fornecedor oficial das melhores recordações do Algarve”. Porém, devido à destruição e ao bloqueio institucional, também eles viram os seus sonhos desfeitos. Foram forçados a abandonar o projeto, não por falta de mérito ou dedicação, mas porque as condições estruturais e legais tornaram impossível continuar.

Transparência é essencial quando os mecanismos institucionais falham. Porque um risco conhecido não pode permanecer indefinidamente sem resposta.

̧a ̧aparatodos Câmara Municipal de Albufeira Rui Cristina Rui Cristina Assembleia Municipal de Albufeira CHEGA

Nos últimos anos, o nosso restaurante passou por desafios que afetaram profundamente a nossa atividade.Hoje, com todos o...
29/11/2025

Nos últimos anos, o nosso restaurante passou por desafios que afetaram profundamente a nossa atividade.

Hoje, com todos os documentos oficiais finalmente reunidos, conseguimos explicar ao público o que realmente aconteceu, de forma clara, factual e sem qualquer acusação pessoal.

1. A Câmara Municipal de Albufeira baseou-se em informação que não correspondia à realidade jurídica da propriedade.
Os registos prediais mostram que a propriedade tem duas figuras distintas:
• uma pessoa é a verdadeira proprietária (titular da nua propriedade),
• outras pessoas têm apenas o usufruto (direito de uso).

No entanto, ao longo do processo, várias comunicações administrativas foram dirigidas a quem não detinha o direito real que a lei exige para essas situações. Isto significa que procedimentos importantes foram iniciados com base em pressupostos incorretos sobre quem devia ser notificado ou representado.

2. Foi usada uma procuração (POA) que não correspondia aos direitos reais existentes.
A lei portuguesa exige que uma procuração só pode conceder poderes que o próprio outorgante realmente possui.
A análise posterior dos registos oficiais demonstrou que a procuração utilizada não tinha sido assinada pela verdadeira proprietária do imóvel, mas por titulares de direitos diferentes e mais limitados.

Isto criou um desencontro entre o que os documentos pareciam indicar e o que os registos legais realmente estabeleciam.

3. Como consequência, vários procedimentos posteriores ficaram construídos sobre bases jurídicas incorretas.
Notificações, pedidos, processos administrativos e ações judiciais foram elaborados a partir da suposição errada de quem detinha a legitimidade para representar a propriedade.
Quando a base de um processo está corretamente alinhada com os direitos reais, tudo funciona.
Quando não está, cada passo seguinte pode desviar-se do que a lei exige — e foi exatamente isso que aconteceu.

4. A nossa própria posição enquanto arrendatários também foi afetada por esta confusão inicial.

Tanto a participação no processo municipal como a resposta às ações judiciais ficaram condicionadas por estes erros de origem.
Durante meses, decisões foram tomadas com base em documentos que não refletiam a verdadeira estrutura jurídica do imóvel, criando insegurança e instabilidade para o nosso negócio.

5. Toda esta situação podia ter sido evitada se os contactos e procedimentos iniciais tivessem seguido os registos prediais corretos.

Se a Câmara tivesse comunicado com a verdadeira proprietária, como a lei determina, e se a procuração tivesse sido emitida por quem realmente tinha esse poder, muitos dos problemas que enfrentámos nunca teriam ocorrido.

6. O nosso objetivo é apenas transparência e tranquilidade.
Não apontamos culpados, não fazemos acusações, não levantamos suspeitas sobre ninguém.

Limitamo-nos a partilhar factos verificados — factos que explicam porque o processo tomou um rumo tão inesperado e porque o nosso restaurante passou por tanta incerteza ao longo deste período.

Desde o dia 3 de setembro de 2023 — o 61.º dia após o prazo de 60 dias fixado pela homologação do Auto de Vistoria n.º 07/2023 — contam‑se já 818 dias consecutivos de inação.

A partir dessa data, cada dia representa desobediência criminal e incumprimento das obrigações impostas pelo RJUE. O prazo legal expirou, mas nenhuma obra foi realizada, nenhuma medida de segurança foi cumprida e nenhuma correção foi efetuada. Esta contagem não é simbólica: é a medida exata da violação diária da lei e da exposição contínua ao risco de colapso e perigo de morte, transformando a omissão em responsabilidade penal e administrativa.

Apesar da nulidade do Auto — porque foi notificado a quem não detinha a nua propriedade — o silêncio e a espera não desapareceram. Legalmente, a desobediência criminal não se consolida porque o ato administrativo nunca existiu em forma válida. Mas, na prática, passaram‑se 818 dias de insegurança, de decisões tomadas sobre bases erradas, e de prejuízo para a nossa atividade. A nulidade jurídica não apaga o impacto humano e económico da omissão.

É tempo de justiça e de plena responsabilização para todos os envolvidos. Depois de anos de nulidades, omissões e silêncio, não restam desculpas nem margem para evasão. Os factos estão documentados, os registos são claros e o impacto é inegável. Cada dia adicional apenas reforça a urgência:

chegou o momento de transformar a verdade em consequência, e a consequência em justiça.

Rui Cristina CHEGA - Albufeira Assembleia Municipal de Albufeira

Espero que esta revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) inclua finalmente o estudo das Áreas de Elevado Risco de Erosão...
28/11/2025

Espero que esta revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) inclua finalmente o estudo das Áreas de Elevado Risco de Erosão Hídrica do Solo da REN dentro da cidade.

Estamos precisamente numa dessas áreas — Totalmente ignorada por todos: Câmara Municipal de Albufeira, CCDR Algarve, engenheiros responsáveis e sucessivos executivos municipais.

E já passaram mais de 800 dias de silêncio da Câmara, desde o seu próprio relatório que ordenava ao senhorio/proprietário reparar

Câmara Municipal de Albufeira Rui Cristina Assembleia Municipal de Albufeira CHEGA - Albufeira

Quando pensávamos que já tínhamos visto de tudo… Novas descobertas revelaram um quadro ainda mais grave, tornando a situ...
26/11/2025

Quando pensávamos que já tínhamos visto de tudo…

Novas descobertas revelaram um quadro ainda mais grave, tornando a situação ainda mais impossível para todos os envolvidos.. (E ainda mais chocante e ridículo para nós..)

Nos últimos dias, ao analisarmos documentação oficial adicional que só agora conseguimos obter, apercebemo-nos de que a situação que atravessámos nos últimos quatro anos é ainda mais grave e mais incompreensível do que imaginávamos.

E por isso, antes de avançarmos, é importante começar pelo que sabemos hoje com absoluta certeza, à luz de registos prediais, legislação REN, normas do RJUE, relatórios técnicos e processos judiciais entretanto concluídos.

O que descobrimos — e que nunca nos tinha sido comunicado até há poucas semanas

A verdade documental é simples, mas devastadora:

1) A titularidade do imóvel mudou oficialmente em 27/12/2021.

O registo predial demonstra que, desde essa data, existe um único proprietário legal.
Consequentemente, todas as responsabilidades legais — conservação, segurança, comunicação com a Câmara, licenciamento, seguros e cumprimento do RJUE — passaram integralmente para esse titular.

Esta informação não foi aplicada nos processos administrativos nem judiciais.
Processos foram iniciados por quem não tinha legitimidade.
Notificações foram enviadas a pessoas erradas.
Decisões basearam-se em pressupostos desatualizados.

2) Só recentemente descobrimos que o imóvel está integrado numa REN – Reserva Ecológica Nacional – “Área de Elevado Risco de Erosão Hídrica do Solo” desde 1996.

Nenhuma licença, obra ou vistoria poderia ter avançado sem parecer prévio obrigatório da CCDR/APA.
Esse parecer aparentemente não existe.
Na prática, o próprio licenciamento original de 2005 nunca poderia ter sido concedido para este local.

3) Os relatórios técnicos de 2022 confirmam patologias estruturais graves.

Três engenheiros independentes identificaram infiltrações contínuas, movimento de terras, assentamentos, deformações no muro de contenção e risco claro de derrocada.

Um dos relatórios qualificou duas situaçãos com perigo de morte.

4) A vistoria municipal de 13/06/2023 não avaliou as zonas críticas nem aplicou a legislação REN.

Apesar disso, em 04/07/2023 foi emitido um Auto de Vistoria com um prazo de 60 dias para obras obrigatórias — reconhecimento formal de problemas sérios e risco concreto para a segurança.

No entanto, nenhuma obra foi realizada.

O que dissemos antes — e que hoje tem ainda maior peso

No nosso comunicado anterior escrevemos:

“Estamos perante uma situação classificada como perigo de morte por engenheiros acreditados, localizada numa REN de elevado risco, e marcada por mais de 800 dias de inação institucional.”

Hoje, com os novos documentos, percebemos que o problema é ainda mais profundo:

notificações enviadas a entidades que não eram proprietárias,

processos judiciais instaurados por quem não tinha legitimidade,

enquadramentos legais errados,

omissão de informação essencial sobre REN,

ausência de medidas de salvaguarda,

inexistência de qualquer ação municipal para corrigir o licenciamento,

e um edifício que continua em situação de risco.

Tudo isto resultou numa destruição total do nosso percurso profissional, financeiro e operacional — não por vontade nossa, mas por uma sequência de falhas institucionais e procedimentais que agora estão documentadas de forma incontestável.

O impacto não é apenas nosso — é de toda a comunidade

Quando um imóvel está:

em REN – Reserva Ecológica Nacional – “Área de Elevado Risco de Erosão Hídrica do Solo”,

com patologias estruturais identificadas,

sem licenciamento adequado,

sem obras de conservação durante quase duas décadas,

e exposto a perigo para pessoas e bens,

o problema deixa de ser privado.

Passa a ser:

Uma questão de segurança pública.
Uma questão de legalidade ambiental.
Uma questão de integridade dos procedimentos administrativos.

E por isso falamos — porque o silêncio já não protege ninguém.

O que pedimos agora

Pedimos apenas três coisas, todas elas elementares:

1. Aplicação rigorosa da lei.

REN, RJUE, Conservação — não pedimos favores, pedimos cumprimento.

2. Transparência institucional.

Quem tem responsabilidade legal deve ser informado, e os processos devem ser conduzidos com documentos corretos e factos verdadeiros.

3. Ação.

Porque desde 2023 que existe um Auto de Vistoria com prazo de 60 dias…
e já passaram mais de 800 dias sem qualquer intervenção.

O caminho em frente

Acreditamos que o novo Presidente da Câmara Municipal de Albufeira Rui Cristina possa finalmente trazer rigor, transparência e ação.
Sabemos que gerir uma cidade é difícil, mas também sabemos que nenhum responsável público pode ignorar:

um relatório de perigo de morte,

um edifício em área REN – Reserva Ecológica Nacional – “Área de Elevado Risco de Erosão Hídrica do Solo”,

e quase dois anos de paralisia institucional.

Continuaremos a cooperar com todas as entidades.
Continuaremos a partilhar documentação oficial quando necessário.
E continuaremos a defender a verdade — porque só ela poderá evitar que esta história se repita com outros empresários ou moradores.

Obrigado a todos pelo apoio contínuo.
O vosso apoio fez a diferença nos dias mais difíceis.

CHEGA - Albufeira Assembleia Municipal de Albufeira

Ao longo de mais de quatro anos, nós temos tentado resolver uma situação profundamente preocupante relacionada com o edi...
24/11/2025

Ao longo de mais de quatro anos, nós temos tentado resolver uma situação profundamente preocupante relacionada com o edifício onde pretendíamos operar o restaurante. O que encontrámos, e que hoje está confirmado por documentos oficiais, relatórios técnicos, registos prediais e processos administrativos, merece ser conhecido pelo público.

Em 2005 foi emitido um alvará para este imóvel. Hoje está comprovado, através da documentação REN oficial, que o prédio encontra-se numa REN – Área de Elevado Risco de Erosão Hídrica do Solo desde 1996. Isto significa que qualquer licença ou obra dependeria obrigatoriamente de parecer favorável da CCDR/APA. Esse parecer não existe. Na prática, este edifício nunca poderia ter sido licenciado tal como está.

Em 2022, dois engenheiros independentes identificaram patologias estruturais graves: infiltrações contínuas, movimentos do terreno, assentamentos diferenciais, deformações no muro de contenção e perigo de derrocada. Um dos relatórios concluiu claramente existir risco de colapso parcial ou total, com perigo de morte.

A 25 de maio de 2023, entregámos estes factos diretamente à Câmara Municipal de Albufeira. No entanto, a vistoria realizada a 13 de junho de 2023 não avaliou zonas críticas, não aplicou o regime REN e não tomou em consideração os relatórios de perigo. Mesmo assim, em 4 de julho de 2023, foi emitido um Auto de Vistoria com um prazo de 60 dias para a execução de obras obrigatórias — um reconhecimento formal de que havia problemas sérios.

Desde então, passaram-se mais de 800 dias.
Nenhuma obra foi executada.
Nenhuma medida de salvaguarda foi tomada.
Nenhuma atuação municipal ocorreu.
As condições perigosas continuam presentes.
E nenhuma ação foi iniciada para regularizar o licenciamento ilegal de 2005 ou para garantir o cumprimento da REN e do RJUE.

Em outubro e novembro de 2025, enviámos duas comunicações formais ao novo Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina. Até hoje, não recebemos qualquer resposta.

Mantemos elevada expectativa em relação ao mandato do novo Presidente e reconhecemos que a sua agenda deve ser exigente e complexa. No entanto, consideramos essencial recordar que estamos perante uma situação classificada como perigo de morte por engenheiros acreditados, localizada numa área REN de elevado risco, e marcada por mais de 800 dias de inação institucional.

Esta situação já ultrapassa a esfera privada. É uma questão de segurança pública, de legalidade ambiental, e de integridade dos procedimentos administrativos que deveriam proteger todos nós — residentes, visitantes e empresários.

Partilhamos isto publicamente porque acreditamos que a transparência é essencial quando os mecanismos institucionais falham. Porque um risco conhecido não pode permanecer indefinidamente sem resposta.

E porque depois de tantos alertas, tantos documentos e tantos dias sem ação…

…o silêncio é ensurdecedor.

Nannu’s Albufeira

CHEGA - Albufeira

Endereço

EM526 943A
Albufeira
8200-371

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