Waves de Portugal

Waves de Portugal opening soon in Worcester city centre

22/09/2026

Ola caros passageiros ... se as mares forem favoraveis e nao houver tempestades, prevemos abrir as portas para novas descobertas no proximo mes de Outubro ..contamos com o vosso apoio como sempre e prometemos que da nossa parte faremos todo o esforço para que tenham muitas aventuras e novas descobertas a bordo desta nossa/vossa embarcaçao muito obrigada

Hello dear passengers....if the seas are favorable and there are no storms,we expect to open the doors to new discoveries this coming month of October...we count on your support as always,and we promise that on our end we will make every effort so that you have many adventures aboard this,our/your vessel. Many thanks

Coming soon Brevemente
03/09/2026

Coming soon
Brevemente

03/09/2026

Mundo Gálico - O Despertar

Capítulo 1: O Despertar
A primeira coisa de que me dou conta é da luz brilhante e intensa por trás das minhas pálpebras fechadas, e depois do sinal sonoro constante. Abro os olhos lentamente, voltando a fechá-los enquanto tento ajustar-me à luz. Quando os abro pela terceira vez, noto que o sinal sonoro se torna um pouco mais rápido. Oiço então um zunido, como o de uma porta automática a deslizar, seguido de passos. Os meus olhos estão abertos, mas a minha visão está nublada. Ao tentar esfregar os olhos, sinto um puxão nos braços e, em seguida, uma picada aguda nas mãos. Baixo a cabeça e esfrego os olhos…
É aí que tudo para, à medida que a minha visão se torna clara e mais nítida. Conforme abro e fecho as mãos, as mãos à minha frente fazem o mesmo, abrindo e fechando, mas são pequenas demais para serem as minhas… parecem pertencer a uma criança pequena. O sinal sonoro que tenho estado a ouvir torna-se mais rápido e, de certa forma, mais alto. Começo a esfregar as mãos, a sentir os meus braços e, então, percebo por que motivo os meus braços estavam a ser puxados: há uma linha de soro intravenoso ligada à minha mão, e o tubo está preso em alguma coisa.
Lembro-me então de que ouvi passos, mas ninguém falou. Olho em redor e encontro um médico asiático a observar-me. Quando os nossos olhares se cruzam, ele sorri.
“Olá, pequenote, finalmente acordaste da sesta?” O médico pergunta-me em japonês.
Estou prestes a dizer que não falo japonês, mas paro porque o compreendo perfeitamente…
“Lee? Estás bem? Estás a perceber o que estou a dizer?”, pergunta-me o médico novamente quando não respondo.
O sangue sobe-me à cabeça. Sinto o meu coração bater nos ouvidos, abafando todos os sons ao meu redor. Memórias surgem como flashes diante de mim… “Lee! Esse é o meu nome, Lee Watson, cinco anos, de uma família comum: mãe, pai e uma irmã de três anos…” Enquanto penso, uma dor explode na minha cabeça e as memórias recuam como uma cassete de vídeo, começando deste ponto até ao momento em que a minha mãe biológica me deixou com esta família. Tento mover-me, mas o meu corpo recusa; tento falar, mas apenas saem sons sufocados… tudo à minha volta move-se em câmara extremamente lenta, incluindo o sangue no meio do ar que acabei de tossir. Depois, a escuridão, de novo.

O médico vê Lee ficar mais pálido. No instante seguinte, o sangue começa a escorrer-lhe pelos ouvidos e pelo nariz. O médico apenas tem tempo de dar um passo em frente enquanto Lee começa a falar, mas apenas sai uma boca cheia de sangue. Depois, Lee desmaia.
O quarto explode no caos, com os médicos a correr ao som do alarme das máquinas. O ecrã do equipamento médico emite alertas nos ecrãs holográficos azul-claros. Lee continua com sangue a escorrer pelos ouvidos e pelo nariz.
“O que há de errado com esta criança?”, diz uma enfermeira. “Primeiro, passa uma semana com febres altas e zero atividade neurológica; agora acorda apenas para desmaiar de novo e sangrar desta maneira?”
“Eu sei… li os relatórios dele”, diz o médico de antes. “Quando entrei, parecia que ele tinha acabado de acordar e estava a examinar os próprios braços.”
Sons de engasgamento começam a sair de Lee. Uma jovem enfermeira, ao notar isto, força Lee a ficar de lado usando os braços e a cauda, e o sangue sai-lhe pela boca.
“Bem jogado, Enfermeira Raxen”, diz o médico à enfermeira que virou Lee de lado, e ela apenas acena com a cabeça.
O corpo de Lee começa a tremer, não como uma convulsão, mas mais como o tremor de um corpo quando é atingido por uma brisa de inverno, ou quando alguém está com muito frio. Continua a tremer durante meio minuto antes de ficar imóvel, e os alarmes médicos param, e o fluxo de sangue estanca… A respiração de Lee torna-se suave e pacífica; a tensão arterial desce e a frequência cardíaca regula-se.
O médico para e dá um passo atrás. Ambas as enfermeiras olham-se de lados opostos da cama e veem o mesmo choque e confusão espelhados no rosto uma da outra.
“Enfermeira Fionna, vá buscar o cuidador…”, ordena o médico. “…O flumariano. Vamos precisar das capacidades telecinéticas dele para levantar o Lee, de modo a que a cama possa ser mudada sem o transferir para outra.”
Assim que a enfermeira regressa, entra um flumariano — um alienígena de pele violeta, com um metro e meio de altura, com uma única fila de espinhos dorsais usados para detetar o movimento do ar. Ao entrar, ele para, com os espinhos nas costas a vibrar assim que o cheiro metálico a sangue lhe atinge o nariz… Olha então para o ecrã holográfico enquanto pergunta: “Esta criança está sequer viva? Ainda lhe resta algum sangue?” Ele usa galacton, também conhecido como unilinguagem, a língua comum falada na galáxia, e de conhecimento obrigatório para qualquer indivíduo que viaje para outros mundos por motivos de residência ou trabalho, para facilitar a comunicação.
O médico acena com a cabeça e responde também em galacton: “Sim, inacreditável, mas sim, ele ainda vive, e com sangue no corpo.”
O flumariano abana a cabeça com um suspiro. Depois, estendendo as mãos em direção a Lee, os seus olhos brilham num tom de prata como mercúrio. O corpo de Lee eleva-se da cama. Os lençóis ensanguentados são substituídos por outros limpos, e Lee é colocado de volta na cama, mesmo a tempo de o flumariano cair de joelhos, exausto.

*A história de Lee continuará brevemente na versão portuguesa do livro Galactic World - The Awakening.

Just out of the oven Acabadinhos de sair do forno
23/08/2026

Just out of the oven
Acabadinhos de sair do forno

Dear customers, we will soon be making Waves, stay tune for more information, soon.Estimados clients, nos estamos preste...
10/08/2026

Dear customers, we will soon be making Waves, stay tune for more information, soon.

Estimados clients, nos estamos prestes a fazer ondas, fiquem atentos para mais informações, brevemente.

06/05/2026

Olá a todos, gostaríamos de expressar a nossa gratidão pelas mensagens e pelo interesse demonstrado ao longo destes meses. Embora tenha demorado mais do que o esperado, em breve terão mais notícias. Agradecemos a todos que nos têm apoiado.

Hello everyone, thanks for your support throughout this journey. Soon we will have news. Thank you for your support.

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