Malta à Mesa

Malta à Mesa Independent restaurants review - if you are crazy about fresh ingredients or just crazy to be with your friends sharing food in a table, follow us :)

Demorámos, mas voltamos em grande.Depois de algum tempo parados o  decidiu voltar às grandes refeições, aos grandes vinh...
21/11/2021

Demorámos, mas voltamos em grande.
Depois de algum tempo parados o decidiu voltar às grandes refeições, aos grandes vinhos, aos melhores ingredientes, aos tachos e panelas e decidimos que o melhor sítio para voltar, seria numa das (maiores) capitais de gastronomia do mundo: San Sebastian ou “Donostia” como diriam os locais.
Capital do País Basco, o seu idioma oficial é o Euskera (quase impercetível), com menos de 200.000 mil habitantes, mas tem de longe, o maior número de restaurantes com estrelas Michelin, por metro quadrado.
Hoje falamos do Kokotxa, com 1 estrela Michelin, do Chef Daniel López, nascido e criado em San Sebastian. O Chef Daniel López iniciou a sua carreira aos 17 anos na prestigiada escola de culinária “Luis Irizar”, onde se formou com louvor. Durante os primeiros anos, passou pelos melhores restaurantes de sua cidade natal, como Arzak, Akelarre, Panier Fleury, Casa Nicolasa, Clery, Urepel e Zuberoa.
Depois vieram o Alay de Benalmádena, o Mar de Alborán de Ignacio Muguruza e também a Marisquería Santiago e El Portalón de Marbella. Depois de voltar para casa em 2002, ele decidiu abrir seu próprio restaurante, Kokotxa, e em 5 anos ele foi premiado com a prestigiosa estrela Michelin.
Restaurante em plena cidade velha de San Sebastian, apresenta a quem conseguir uma reserva, diversos menus de degustação. Hoje decidimos experimentar, para almoço, o Menu de Mercado (88 euros por pessoa, sem bebidas), composto por 7 pratos, maravilhosamente confecionados e que provavelmente explicam a razão que o Kokotxa detém uma estrela Michelin há mais de 5 anos.

Depois de um pequeno snack de entrada e de um aperitivo, fomos presentados com:
a) Caranguejo-aranha, espuma de coral com jalapeño;
b) Polvo, Batata Nova e limão;
c) Caranguejo crocante, coco, daikon frio (rabanete branco);
d) Bacalhau, repolho, cogumelos trombeta da morte;
e) Ombro de porco ibérico, avelãs, cherovia;
f) Frutos vermelhas, gelado de iogurte, hortelã e frutos secos;
g) Pequenos doces de Manga, abacaxi, bolo de cacau, pêssego;

Os pratos estavam todos muito bem equilibrados ao nível do sabor, mas se tivesse que destacar, acho que o Bacalhau com repolho e cogumelos, com um ligeiro caldo de boletos, estava absolutamente divinal. Simples, mas complexo ao mesmo tempo.
Deixo as fotos falarem por si. Leva 5 estrelas das que realmente importam. As do

Obrigado Anthony ! Foi um prazer !
25/06/2020

Obrigado Anthony ! Foi um prazer !

"Conheci-te numa manhã de sol em dezembro de 2011. O encontro estava marcado para o Clube de Chinquilho em Alcântara. Sonhava há anos receber-te em Lisboa e aquele telefonema da produtora, uns meses antes, parecia ainda meio irreal. Na véspera da tua chegada, passei o dia e a noite a cozinhar. Não preguei olho. E não foi por não saber jogar chinquilho (nunca tinha ouvido falar daquilo, sequer!)."
Farias anos hoje e percebo agora que me sentia (sinto!) zangado com o teu desaparecimento. Saudades tuas. Uma honra estar envolvido em manter vivo quem eras, quem és. Até sempre.

Linhas de Apoio e de Prevenção do Suicídio em Portugal
SOS Voz Amiga (entre as 16h e as 24h): 21 354 45 45 / 91 280 26 69 / 96 352 46 60
Telefone da Amizade: 22 832 35 35
Escutar - Voz de Apoio Gaia: 22 550 60 70
SOS Estudante (20h às 1h): 969 554 545
Vozes Amigas de Esperança (20h às 23h): 22 208 07 07
Centro Internet Segura: 800 21 90 90
Conversa Amiga: 808 237 327 / 210 027 159
Telefone da Esperança: 222 030 707

Desconfinar em segurança, também é desconfinar com um picnic em plena Alvalade. Qual o teu melhor sítio para os picn...
21/06/2020

Desconfinar em segurança, também é desconfinar com um picnic em plena Alvalade. Qual o teu melhor sítio para os picnics na cidade de Lisboa ?

Dos roteiros interessantes:
26/01/2020

Dos roteiros interessantes:

De norte a sul do país (ilhas incluídas) vão existir oportunidades para comer, beber e falar sobre comida. Dos restaurantes em rodas gigantes às pales...

Quando alguém se lembra de colocar 100% carne de vaca Black ANGUS com pedaços de lavagante, maionese de lima lá pelo mei...
15/09/2019

Quando alguém se lembra de colocar 100% carne de vaca Black ANGUS com pedaços de lavagante, maionese de lima lá pelo meio e uma dose de gordura capaz de entupir veias, sabe como agradar ao .

É isso mesmo.... Longe de poder ser um sítio onde o possa ir diariamente, a verdade é que o Ground Burger é um dos melhores sítios em lisboa para comer suculentos, decadentes e absolutamente deliciosos hambúrgueres.

As opções disponíveis conseguem convencer qualquer cético quanto a este género de comida americana: o Ground Burguer, que dá nome à casa leva carne 100% de Black Angus, queijo cheddar, alface, tomate, cebola roxa grelhada e molho especial da casa (€11,90) e o Philly Burguer (€11,90) com carne 100% Black Angus, queijo Philadelphia, pickles de jalapeños. Para os adeptos dos tradicionais as opções passam pelo Bacon & cheese (com carne Black Angus, queijo cheddar, bacon fumado, alface, tomate, cebola roxa grelhada e molho barbecue fumado por €12,90) mas também uma opção vegetariana, o Veggie Burguer com feijão manteiga, carne de soja, grão-de-bico e especiarias, queijo cheddar, cebola roxa grelhada, alface, tomate e molho especial da casa (€10,90).

O pão brioche é caseiro, as batatas fritas verdadeiras e estaladiças e partindo da máxima que quem faz hambúrgueres também faz donuts (todas as pessoas sabem J) a surpresa foi guardada para o sobremesa, com um vasto leque de opções de donuts de tamanho decadentemente grande mas que equivale ao sabor dos mesmos. Provem o Donut Tiramisú e depois digam-me se não tenho razão.

Há igualmente uma aposta nas cervejas artesanais. Tem uma vasta selecção que vai das Laguer e Pilsner (como a Samuel Adams Boston Lager - €3,90) até às Porter e Stout (Por exemplo, a Passarola DOS a €5,75), passando pelas IPA (Brooklin East IPA a €6,50 é uma das opções), Weiss (Aroeira Trigueira a €5, por exemplo) e Ales (Brooklin Brown Ale a €6,50 é uma das onze disponíveis).

De cervejas o não percebe muito, mas de hambúrgueres o suficiente para dar umas merecidas 5 estrelas e quer voltar para o mês que vem.

Depois de partilhar o seu restaurante favorito em Lisboa o  tinha que partilhar mais um do seus segredos. A gastronomia ...
07/07/2019

Depois de partilhar o seu restaurante favorito em Lisboa o tinha que partilhar mais um do seus segredos. A gastronomia espanhola converteu-se, nos últimos anos, numa das mais importantes do mundo, graças a Chefs como Ferran Adrià ou aos irmãos Roca. No entanto, a gastronomia espanhola tem receitas com centenas de anos, que defendem a utilização de produtos frescos, locais e de temporada. O restaurante Illeta situado numa das praias mais bonitas do mundo (Camp de Mar em Maiorca), é um desses locais. Longe de impressionar ao nível das estrelas Michelin, o restaurante Illeta sobressai pela localização e pela oferta típica dos pratos espanhóis. Com 11 entradas Frias e 11 entradas quentes no menu, experimentámos os famosos Chipirones - €14,50 (pequenas lulas fritas), polvo à la galega - €16,00, os Boquerón fritos - €10.90 (a nossa petinga frita) e as croquetas del Chef - €9,50 (de queijo e de presunto). Do Menu constam ainda 5 Pastas da casa (incluindo Spaghetti Frutti di Mare), 13 pratos de Peixe, 12 Paellas e 7 pratos de carne. Para além do robalo escalado grelhado (na chapa e não na brasa o que inevitavelmente perde no sabor), destacaram-se o bacalhau fresco maiorquino com folhas de espinafres fritas em cama de batata, cebola e tomate (€ 17,50) e o mais famoso e internacional prato espanhol – La Paella. Experimentámos a versão Marinera (€18,50) com marisco fresco trazido até nós na forma da frigideira mais conhecida no mundo inteiro e com o arroz no ponto. Com uma lista de vinhos marcadamente espanhóis, incluindo maiorquinos, La Illeta, apesar de não impressionar é daqueles restaurantes em que a vista é mais de metade do prazer da refeição. Vale a pena a visita a este local idílico, especialmente em boa companhia e depois de um dia de praia. Pela gastronomia levava 3 estrelas mas com aquele pôr do sol mágico, leva 4.

E o que é que o Frango Assado tem ?
29/06/2019

E o que é que o Frango Assado tem ?

Toda a gente gosta, toda a gente o maltrata. Relato de uma volta a Portugal em frango assado, um dos pratos mais populares e injustiçados dos últimos 60 anos. Da Póvoa de Varzim a Monchique, conheça as melhores churrasqueiras, as histórias e os segredos da ave que alimenta o país. Com piripír...

Há já algumas semanas que o Malta à Mesa pensava escrever sobre o seu restaurante favorito em Lisboa. É sempre um risco ...
02/06/2019

Há já algumas semanas que o Malta à Mesa pensava escrever sobre o seu restaurante favorito em Lisboa. É sempre um risco partilharmos este segredo, pois o Solar dos Leitões continua a ser um restaurante simples, meio escondido ali para os lados da Buraca (o que o torna para mim o restaurante mais bem escondido em Lisboa), mas que, ao contrário do nome que anuncia ao suíno (apesar de aceitarem encomendas do mesmo), é, sem sombra de dúvidas, o melhor restaurante em Lisboa para comer peixe grelhado.... e esperámos pela abertura da época das sardinhas para partilharmos este segredo.Dá prazer vê-lo na montra, sempre fresco: Garoupa, imperador, cherne, dourada, robalo, salmonete, linguado, rodovalho e outras espécies, a par das populares sardinhas, lulas, dos carapaus e dos massacotes. Das mais de dezenas de vezes em que fui ao restaurante, nunca pedi a ementa. O procedimento é sempre o mesmo: O cliente olha para a bela da montra, escolhe e diz se quer o peixe escalado ou inteiro. Depois, o peixe é grelhado de forma exemplar por Ricardo Maria Leitão , dono da casa e representante da terceira geração da família que deu o nome ao restaurante. Pedindo, o peixe vem com grelos, saladas (incluindo salada à montanheira) e batatas com ou sem pele.Por encomenda, preparam-se outras especialidades, como o arroz de ameijoas, massada de cherne, o arroz de garoupa, o pargo no forno. Na sua época e também por encomenda, fazem-se iguarias como arroz de lampreia ou à bordalesa ou o sável com açorda de ovas. A qualidade das matérias-primas é ímpar e, de longe, o dom maior do restaurante.Doçaria tradicional feita na casa com todo o primor, mas de destaque o arroz doce, servido morno, que é absolutamente divinal. Garrafeira extensa com destaque para os vinhos do Douro, servindo a copo o que o cliente pede, com preço determinado pelo da garrafa.Os preços não são baixos, mas a qualidade do peixe servido é ímpar. Absolutamente ímpar.O senhor Pedro e os filhos Vanda e Ricardo não têm culpa de terem um apelido guloso, mas a verdade é que o grande talento da família Leitão reside no tratamento criterioso que dá aos melhores peixes da costa portuguesa. Obrigado por partilharem este dom com os clientes. Leva 5 estrelas porque não dá para dar 6.

Dos 35 aqui indicados o  já experimentou 18....! (Reviews a chegar nos próximos dias )! Agora... qual o restaurante que ...
01/05/2019

Dos 35 aqui indicados o já experimentou 18....! (Reviews a chegar nos próximos dias )!
Agora... qual o restaurante que falta na tua opinião ? Aceitam se sugestões 🙂

Na listagem que se segue vai encontrar referências de norte a sul, uma série de restaurantes que fazem valer a pena a distância necessária para os...

Há muito de português num frango assado e há muito de inexplicável no facto que torna os portugueses dos maiores consumi...
15/04/2019

Há muito de português num frango assado e há muito de inexplicável no facto que torna os portugueses dos maiores consumidores de frango do mundo, especialmente de frango assado na brasa. Inexplicável ou não, se é para falar de um dos pratos que tanta paixão desperta no nosso país, é impossível o Malta à Mesa não ir ao Algarve – mais concretamente a Guia – e irmos experimentar o tão famoso Frango da Guia.

O Malta à Mesa nunca foi fã daqueles que se auto- intitulam e auto-coroam como dinásticos, mas abriu uma exceção ao Rei dos Frangos na Guia – designadamente o Teodósio. E que bela dinastia o Teodósio tem ali. As duas salas do restaurante dão para mais de 300 súbditos e a ementa é vasta: Frango assado, com ou sem piri-piri, salada de tomate e batata frita. Nada mais do que isto. E consegue isto tudo por 12 euros por pessoa, incluída bebida.

Certo é que o frango tem que ter entre setecentas e oitocentas gramas e que depois tudo passa pela forma como o frango é preparado para ir para a grelha, como é grelhado e como é cortado à tesoura. Obviamente que, o molho, é segredo da casa e o segredo é a alma do negócio. Apesar da nossa vontade e insistência, o segredo não foi revelado (segredo esse que existe desde 1982 – data em que abriu). Sem prejuízo, o frango chegou grelhado no ponto, com o molho secreto e com piri piri, como tem que ser. As batatas fritas, na primeira vez não eram caseiras, mas antes das congeladas, mas na segunda prova, vinham bem fritas e claramente cortadas à mão. A salada de tomate com orégãos, vinha igualmente bem confecionada e que acompanhou de forma sublime os sabores na mesa. A minha vassalagem à dinastia Teodósio. Vale a visita à Guia.

Ir visitar um país que não conhecemos e que f**a literalmente na outra ponta do mundo, tem as suas vantagens e desvantag...
31/03/2019

Ir visitar um país que não conhecemos e que f**a literalmente na outra ponta do mundo, tem as suas vantagens e desvantagens.Uma das desvantagens por demais identif**ada é a dificuldade em encontrar locais onde com relativa segurança e qualidade, seja possível experimentar a comida local. Dificuldade não por ser muitas vezes difícil de encontrar, mas porque a oferta em muitas ocasiões é tanta que se torna difícil escolher qual será a melhor opção de restaurante, a melhor oferta gastronómica, especialmente na relação preço/qualidade. O Malta à Mesa aventurou se no outro lado mundo e foi à Tailândia, mais concretamente para Phuket (zona Kata Beach). Ora, dentro das mais de uma dezena de locais experimentados, incluindo diversos mercados noturnos e mercados a céu aberto, duas coisas resultaram claras: A oferta gastronómica da Tailândia é absolutamente fantástica (e que inclui aquilo que estamos habituados a ver nos filmes, como grilos, gafanhotos, escorpiões) e que de todos os restaurantes que o Malta à Mesa experimentou, o Mama Indigo destacou-se. Pela qualidade dos ingredientes, pela cozinha aberta à vista de todos, pela oferta de pratos tailandeses e da diversa gastronomia Thai, pelas possibilidades ocidentais (hambúrgueres que enchiam a vista), o atendimento profissional e de uma simpatia que derretia qualquer pessoa. De tudo o que o Malta à Mesa experimentou, destacaria: As sopas Mee Sue (uma espécie de noodle soup com carne de porco), Sopa Wonton (com os tradicionais Wonton, bem cozinhados num caldo cozinhado durante horas), a sopa de peixe com camarão (sempre no ponto) e a absolutamente fantástica sopa Tom Yum, com a opção entre marisco/peixe ou só camarão, com a dose certa de picante. Como pratos principais, destacaria: O Pad Thai Goong, (talvez o prato tailandês mais internacional e conhecido) cozinhado de forma totalmente maravilhosa e servida com manteiga de amendoim, a massa tipo tagliatelli e com camarão; Kau Pad Sab Goong, que apesar do nome difícil, nada mais simples: arroz frito, com caju e ananás, servido no próprio ananás, entre outros diversos pratos cozinhado em Wook; Importará ainda destacar o peixe e marisco fresco diário (característico daquela zona), cozinhado nas brasas e sempre acompanhado com molhos picantes. Nas sobremesas, o arroz doce servido com manga, numa explosiva mistura de sabores. Se alguma vez se deslocarem a Phuket e acreditem no que Vos digo, vale a pena a visita, (as praias, as massagens, as pessoas, os templos...) aproveitem e visitem o Mama Indigo. Vão querer voltar. Eu vou de certeza.

Dirección

11 Calle Del Campanario
Donostia-San Sebastián
20003

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