21/08/2026
Quem trabalha com buttercream sabe: chegar naquele vermelho profundo, num vinho elegante, num rosa perfeito ou num preto de verdade pode virar uma novela.
E o problema é que a gente costuma fazer tudo no olho: uma gotinha aqui, mais corante ali… até chegar numa cor bonita. Depois, quando precisa repetir, começa tudo de novo.
Por isso eu comecei a tratar cor como parte da receita.
Eu peso o corante. Conto as gotas. Anoto as combinações. Observo como a cor se comporta no buttercream e, principalmente, como ela evolui depois de descansar.
Assim, aquele tom deixa de ser “sorte” e passa a ser reproduzível.
E tem outra coisa importante: nem sempre colocar mais corante é o caminho. Às vezes, uma quantidade mínima de uma segunda cor muda completamente a profundidade e a elegância do tom.
É teoria das cores aplicada à confeitaria — de um jeito prático, sem complicação.
No vídeo de hoje eu mostro um pouco desse processo e das fórmulas que estou desenvolvendo para os meus Vintage Cakes.
Porque bolo bonito é criatividade.
Mas conseguir fazer a mesma cor de novo?
Isso é técnica.
Salva esse Reel porque eu ainda vou compartilhar muitas dessas fórmulas por aqui.
Qual dessas cores você quer que eu ensine primeiro? 🎨