ARADO O ARADO nasceu na virada de 2018 em busca de tecer relações entre iconografia antiga, história da arte e cultura cabocla brasileira. SATOR AREPO TENET OPER

Esses elementos são articulados entre si e resultam em peças de vestuário, acessórios e objetos utilitários. A lâmina do arado quebra o duro torrão de terra e revira o solo para encontrar o ar, o éter, faz o subterrâneo tocar o céu e renova o terreno para o novo. A firme incisão diagonal precede o nascimento vertical da planta (...)

11/05/2026

Três nomes, três aparatos, um objetivo e muitas culturas 🐟

Apresentamos uma seleção de objetos que fazem parte do nosso acervo: três tipos de armadilhas para peixes e crustáceos, que representam a importância da pesca para a subsistência e os modos de vida tradicionais de diversas populações brasileiras, de Norte a Sul, e através dos séculos.

Mais uma entrada nessa série de vídeos que dialoga com a vindoura Enciclopédia Rural Brasileira, projeto que estamos desenvolvendo, do qual teremos mais novidades muito em breve.

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Conte pra gente, você conhecia covos, jequis ou matapis? 🗯️

Diversif**ação de renda no pé da Serra da Bocaina 🌿
18/04/2026

Diversif**ação de renda no pé da Serra da Bocaina 🌿

Que sabor tem o Brasil? 🥥Ora essa, muitos! Mas eles não se resumem aos alimentos nativos.Entre abacaxis, cajus, mandioca...
09/04/2026

Que sabor tem o Brasil? 🥥

Ora essa, muitos! Mas eles não se resumem aos alimentos nativos.

Entre abacaxis, cajus, mandiocas, pequis, pitangas, milhos, cupuaçus e açaís, floresceram também uma porção de outras frutas, cereais, tubérculos, legumes e hortaliças que originalmente não nasciam nos lados de cá. Espécies que, mesmo assim, prosperaram na nova paisagem e, com o passar do tempo, se tornaram importantes para os paladares e culturas do país.

Confira conosco alguns desses alimentos icônicos de outros cantos que verdejam por aqui ➡️

“Há uma imensa diferença entre ver uma coisa sem o lápis na mão, e a ver desenhando-a.Ou melhor, são duas coisas muito d...
02/04/2026

“Há uma imensa diferença entre ver uma coisa sem o lápis na mão, e a ver desenhando-a.

Ou melhor, são duas coisas muito diferentes que vemos. Mesmo o objeto mais familiar a nossos olhos se torna completamente diferente se procuramos desenhá-lo: percebemos que o ignorávamos, que nunca o tínhamos visto realmente. O olho até então só tinha servido de intermediário. Ele nos fazia falar, pensar; guiava nossos passos, nossos movimentos comuns; despertava algumas vezes nossos sentimentos. Ele até nos arrebatava, mas sempre por efeitos, conseqüências ou ressonâncias de sua visão, que se substituíam a ela, e portando a aboliam no fato mesmo de desfrutar dela.

Mas o desenho de observação de um objeto confere ao olho um certo comando que nossa vontade alimenta.

É preciso então aqui querer para ver e essa vista deliberada tem o desenho como fim e como meio simultaneamente”.

“Ver e Traçar”,
texto de Paul Valery

in “Degas Dança Desenho”.
Cosac Naify, 2003



✍️


Na última segunda-feira (30/03), estivemos no  e discutimos como a pesquisa e a construção do imaginário rural brasileir...
01/04/2026

Na última segunda-feira (30/03), estivemos no e discutimos como a pesquisa e a construção do imaginário rural brasileiro podem se transformar em ferramentas concretas de criação e solução para demandas no setor da restauração e da hospitalidade.

A partir dos casos desenvolvidos nos últimos sete anos pelo Estúdio Arado e o Instituto, o curso propôs uma reflexão sobre a convergência entre pesquisa, repertório e prática criativa; articulando a produção intelectual, visual e material para desenvolver projetos que dialoguem com clientes, instituições e com o território de forma consistente e autoral.

Agradecemos ao pelo convite e todas as pessoas que participaram desse encontro! Foi um prazer dialogar sobre tantos assuntos e esperamos revê-los em breve!

Até a próxima 🌿




A exposição “Letras & Filetes: memória afetiva e latinidades” agora entra na reta final e f**a aberta ao público até dia...
26/03/2026

A exposição “Letras & Filetes: memória afetiva e latinidades” agora entra na reta final e f**a aberta ao público até dia 05 de abril de 2026 no , em São Paulo-SP. Se você ainda não foi, vale conhecer!
 
Com curadoria de Filipe Grimaldi () e Thiago Nevs (.nevs), produção executiva de Carolina Herszenhut (.arte) e a identidade visual desenvolvida por nós, do Estúdio Arado, a mostra celebra uma porção icônica da cultura visual latino-americana, o universo vibrante e multicolorido das letras pintadas à mão dos cartazes de mercado, das carrocerias de caminhões e das embarcações ornamentadas.
 
Reunindo trabalhos de cerca de 60 artistas, organizados em núcleos temáticos, que representam a diversidade de estilos, traços, ornamentos e cores que acompanham, como o título adiante, letras e filetes, a exposição convida à reflexão sobre a importância da manualidade e da experimentação como patrimônio cultural.
 
Mais informações direto no perfil  ou no site do Sesc.

Obrigado pelo convite, pessoal!
Uma honra assinar esse projeto histórico com vocês

Se os animais capazes de se transformar são aqueles que veem a si próprios como humanos, por que isso seria uma “transfo...
25/03/2026

Se os animais capazes de se transformar são aqueles que veem a si próprios como humanos, por que isso seria uma “transformação”?

- De fato, eles só se transformam aos olhos exteriores, pois já são humanos para si próprios. E tudo uma questão de quem é capaz de ver ou não. Normalmente são os xamãs. Podemos dizer que as transformações são sempre relações. Para afirmar isso é preciso um terceiro ponto de vista. Não dizemos que do ponto de vista da onça ela se transforma. Ela vê-se sempre como um humano. O que varia é se ela vê um Wari’ como humano também ou como presa. A transformação está na relação entre a onça e o humano ou a presa. Não é uma relação entre a onça qua onça e a onça qua humano, pois na perspectiva da onça ela é sempre humana. Do ponto de vista dos Wari’, o que eles veem é uma onça. Mas eles sabem (e os xamãs podem ver) que a onça se vê como humana.

(…)

Onças e borboletas: diálogos entre antropologia e filosofia
Geoffrey Lloyd & Aparecida Vilaça
Editora Todavia
2023



Imagem:

Missionário sendo comido por uma onça, 1967
Noé León (Colômbia, 1907 - 1978)
Óleo sobre tela



Se me chamam boiadeiro
Boiadeiro eu não sou não
Só sou tocador de boi
Boiadeiro é meu patrão

Só entendo de aboio
Só ent...
24/03/2026

Se me chamam boiadeiro
Boiadeiro eu não sou não
Só sou tocador de boi
Boiadeiro é meu patrão

Só entendo de aboio
Só entendo de carreira
No lombo desse cavalo
Eu passei a vida inteira

O patrão carrega o ouro
E eu carrego a bandeira
Bandeira, boi, bandeira
Bandeira boiadeira



Bandeira Boiadeira, 2002
Composição: Téo Azevedo
Intérprete: Grupo Agreste




Endereço

Queluz, SP

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