Adelaide Bistrô

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Dois ovos “SIMPLES ASSIM”
08/06/2025

Dois ovos “SIMPLES ASSIM”

16/08/2024

RIO EM NOSTALGIA

Para quem anda pelo Centro da cidade, nem sempre é possível contemplar a beleza da arquitetura do Rio antigo. Afinal, lá embaixo, é preciso estar atento ao movimento, às irregularidades do piso e aos cruzamentos. Só mesmo subindo a um dos centenários sobrados – no caso, o de número 30 da Rua do Rosário, hoje ocupado pela Casa Tucum ( https://www.tucumbrasil.com/ ) – para f**ar assim, de boas, a apreciar as fachadas, janelas e guarda-corpos que formam o harmonioso conjunto que resiste ao tempo. Sim, a Rosário é uma daquelas vias que nos desperta a nostalgia de épocas que não vivemos! E ela é uma das ruas mais antigas ruas do Rio, tendo surgido no começo do século 18, época e que começou a ser construída a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Pretos, que f**a lá na sua outra extremidade.

Vários outros nomes denominaram as atuais vias do Rio, e aqui não foi diferente. Desde Rua dos Pretinhos – referência à irmandade que construiu a igreja, a primeira a permitir a participação de negros livres ou escravizados – a Rua de Domingos Manuel, do Padre Matoso e do Vila Lobos, por exemplo. É que, no período colonial, os logradouros eram conhecidos pelo nome de seus moradores ilustres ou por determinadas características, como a Rua da Vala (hoje, Uruguaiana), que corta a Rosário e tinha mesmo, no passado, um valão que escoava as águas que transbordavam da extinta Lagoa de Santo Antônio, no que hoje é o Largo da Carioca.

Tricentenária, a Rua do Rosário faz jus ao título conferido ao Rio pela Unesco em 2019, de primeira Capital Mundial da Arquitetura. Nela, convivem casarões neoclássicos, prédios art-decó, igrejas barrocas e imponentes edifícios erguidos no início do século 20, quando toda esta região foi revitalizada pelo famoso Bota-Abaixo de Pereira Passos. Há também, claro, os caixotões de concreto construídos em tempos mais recentes e menos estilosos. Enfim, a Rua do Rosário é a cara do Rio – e, para usar um termo comum de outrora, bom mesmo é passar um tempo flanando por aqui.

10/08/2024

UMA "MÃE" ESQUECIDA

Degradada, coberta por pichações e pouco notada num cantinho perto do fim da Rua Almirante Alexandrino, no alto de Santa Teresa, esta pequena construção já teve importância vital para o Rio de Janeiro. Trata-se da Mãe D’Água, caixa da passagem que ligava o Rio Carioca à canalização que levava suas águas até o Aqueduto da Carioca — os nossos Arcos da Lapa —, para posterior distribuição pelos chafarizes públicos espalhados pela cidade. Só isso, já seria suficiente para incluir a Mãe D´Água como importante patrimônio histórico. A caixa, que tem quase 300 anos, está ligada às nossas raízes, portanto. Uma espécie de “mãe” do Rio de Janeiro, hoje quase esquecida.

Abastecimento de água era um problema, no Rio colonial. A cidade tinha muitas lagoas, mas quase todas de águas salobras, impróprias para consumo. Então, era preciso vir até aqui, onde o Rio Carioca descia em direção ao núcleo urbano, para buscar água limpa — ou então, comprá-la dos aguadeiros, que eram indígenas ou negros escravizados que vendiam o produto em enormes tonéis que carregavam pelas ruas. Contudo, à medida que a cidade começou a ganhar importância como porto de escoamento de riquezas extraídas das Minas Gerais, no século 18, o aumento da população reclamava melhores condições de vida.

Foi na longa gestão do governador Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela (1733-1763), que a primeira estrutura de distribuição grande porte foi montada. Além da reconstrução do aqueduto, instalou-se a canalização do Carioca, que aqui ainda corre a céu aberto até hoje. A Caixa da Mãe D’Água — que tem este nome como referência à matriz do rio que abastecia a cidade e também à crença indígena em forças espirituais que habitavam as fontes — tem dentro de si um pequeno reservatório, de onde a água era direcionada aos dutos. Na lateral do monumento, com a leitura dificultada pelas pichações, há uma cartela onde se veem o nome de Gomes Freire e do rei de Portugal, D.João V, e a data de sua construção: o longínquo ano de 1744.

05/08/2024
Nesta sexta-feira aniversário da minha mãe 91 anos sempre transmitindo a nós filhos muita alegria.VIVA ADELAIDE!!!
09/07/2024

Nesta sexta-feira aniversário da minha mãe 91 anos sempre transmitindo a nós filhos muita alegria.
VIVA ADELAIDE!!!

Viva São José!
20/03/2024

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Hoje sábado de carnaval dia de “picanha”em nosso almoço.  🇧🇷
11/02/2024

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