20/11/2020
Somos obcecados por chocolate, mas a história do chocolate quente é ainda mais fascinante e, não importa se você prefere apreciar esta bebida com açúcar, mais apimentada, cremosa, rala ou até coberta de queijo, uma coisa é certa: ela vai te levar numa viagem ao redor do mundo.
• Equador:
Os maias levam o crédito por inventar o chocolate quente, mas a versão deles era bastante apimentada e amarga demais para os padrões de hoje. Atualmente, você pode começar sua jornada na terra natal de outra civilização antiga sulamericana – a herança inca no Equador inclui a versão emblemática do chocolate quente deste país: servido bem adocicado e coberto de queijo.
•Espanha:
No começo do século XVII, o chocolate quente se tornou uma das bebidas favoritas da aristocracia espanhola e sua popularidade seguiu firme até o século XXI. Para muitos espanhóis, café da manhã significa um chocolate quente bem cremoso (praticamente uma pasta), que é apreciado com churros.
Os moradores locais concordam que um dos melhores, mais ricos e cremosos chocolates quentes da Espanha pode ser encontrado em uma das ruas principais de Barcelona, a La Ramblas.
•Jamaica:
O chocolate quente rapidamente ficou popular na Europa, mas não veio somente da América Latina. No fim do século XVII, Hans Sloane visitou a Jamaica e se apaixonou pelo método de fazer chocolate quente das Ilhas Caribenhas. A forma caribenha envolvia misturar cacau puro moído com água quente, no entanto, antes de introduzir a bebida para a aristocracia inglesa, Sloane adicionou leite quente.
Em 1797, o chocolate quente originário da Jamaica atingiu uma reputação tão refinada que ganhou o apelido de “a bebida dos deuses”.
Você pode experimentar essa delícia numa receita especial da
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