01/07/2021
renata.jbarreto O Brasil acompanhou, nos últimos 20 dias, a busca pelo criminoso Lázaro Barbosa, condenado por diversos assassinatos, roubos e estupros.
A primeira vez que ele foi capturado foi em 2007, por duplo homicídio, na Bahia. Fugiu da cadeia e depois foi preso novamente em 2009, por estupro e roubo, dessa vez em Brasília. Foi nesse presídio que o laudo que o classificou como “psicopata incorrigível” foi emitido. Mesmo assim, em 2014 a justiça autorizou a conversão da prisão para o regime semiaberto. Sumiu. Em 2018 foi preso DE NOVO, por assassinato, estupro e roubo, mas escapou da prisão.
Em 2020, ele fez diversas vítimas. Invadiu propriedades, agrediu violentamente pessoas, matou algumas e estuprou outras. Fugiu sem que a polícia conseguisse encontrá-lo, até que em junho desse ano assassinou um casal e seus dois filhos no Distrito Federal, roubou um carro e fugiu para Goiás. Durante a fuga, invadiu pelo menos 11 fazendas e fez reféns.
Hoje, depois de enorme esforço da polícia e muito dinheiro público envolvido, Lázaro foi encontrado. Trocou tiros com a polícia e acabou sendo morto. Seria um dia de comemoração, não? Segundo a esquerda, não.
Muitos estão compadecidos com a morte do psicopata. Alguns dizem que isso só acontece com pretos e pobres. Fazem malabarismos e relativizam os crimes bárbaros de Lázaro, tudo em nome de uma agenda sinistra que inverte completamente os valores.
Esse caso expõe duas coisas principais: a falência do sistema de justiça e a falência moral da sociedade. Num país sério, em que as leis são duras e se fazem cumpridas, Lázaro não teria saído da cadeia para cometer mais crimes. Em segundo lugar, que tipo de sociedade se compadece de bandidos e, pior, atribui a pretos e pobres a possibilidade de se tornarem esse tipo de psicopata? Racismo maior não há.
Tudo isso faz parte da agenda progressista de desencarceramento, garantismo e legislação penal branda. Olham sob a ótica do bandido, não da vítima. Culpam a sociedade e não o assassino.
Não tem como dar certo.