Osteria Della Colombina

Osteria Della Colombina Muito mais do que um restaurante... Osteria Della Colombina é a própria história da imigração italiana na Serra Gaúcha.
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Oferece visitação à propriedade com passeios em meio ao jardim, hortas, pomares e parreirais, podendo participar do cultivo dos mesmos, com vista à deslumbrante paisagem. Expõe objetos antigos, como utensílios domésticos e agrícolas, peças religiosas e fotografias em uma réplica de casa de madeira da colonização italiana. Comercializa doces de frutas em pasta, geleias, compotas e conservas, elabor

ados com matéria- prima orgânica extraída na propriedade. O visitante também pode participar da "Oficina Mãos na Massa", momento em que cada pessoa tem a oportunidade de confeccionar sua "Colombina", pombinha feita de massa de pão. As refeições servidas são típicas do imigrante italiano, em um ambiente único no porão da casa da família, no qual é mantido o "chão batido". Reservas devem ser previamente agendadas.

No dia 26 de abril, domingo, não haverá atendimento na Osteria Della Colombina.  Nesta data toda a nossa equipe estará e...
22/04/2026

No dia 26 de abril, domingo, não haverá atendimento na Osteria Della Colombina.

Nesta data toda a nossa equipe estará envolvida na festa do padroeiro da comunidade, participando de forma voluntária da organização e realização deste momento signif**ativo para nós.
Este evento na comunidade é uma expressão de fé, pertencimento e continuidade das nossas raízes — aquilo que nos une e guia nossas ações.

Agradecemos a compreensão e rogamos que São Jorge, guerreiro de Deus, dai-nos coragem nas batalhas da vida.

De 17 a 21 de abril, a Osteria Della Colombina abre as portas com o tempo mais bonito do ano do lado de fora e aquilo qu...
15/04/2026

De 17 a 21 de abril, a Osteria Della Colombina abre as portas com o tempo mais bonito do ano do lado de fora e aquilo que f**a na memória quando a gente se senta à mesa. O outono chega silencioso pintando o caminho, uma brisa delicada, convidando a f**ar.
Aqui, cada detalhe tem história. A comida que chega com afeto, é feito abraço, os sabores que parecem conhecidos mesmo quando são novos. Na Osteria o olhar encontra pausa e o relógio esquecido das horas... para o tempo.

O feriado é breve…
mas há dias que continuam dentro da gente.
Guarde o seu lugar à mesa. Faça reserva.

📸 Ezequiele Panizzi

Poderia me perder neste cenárioe, ainda assim, saber voltar.O jogo de luzes e sombrasbr**ca com o imaginário,deixa um ri...
11/04/2026

Poderia me perder neste cenário
e, ainda assim, saber voltar.
O jogo de luzes e sombras
br**ca com o imaginário,
deixa um riso desenhado no canto da boca,
estabelece relações improváveis,
dessas que surpreendem.
Os galhos, finos como dedos, distraem
e, ao mesmo tempo, conduzem o olhar,
semeiam um desejo da infância:
tocar a maciez das nuvens,
provar o que não se alcança.
Meu olhar, ao se depositar sobre os bancos,
descobre que sua função
não é descansar o corpo,
mas debruçar a mente
para descobrir o que ainda não tem nome.
As abóboras de pescoço parecem curiosos acessórios:
ora são anéis,
ora se assemelham a pulseiras,
um capricho da natureza.
Por fim, abro os braços
para colher e guardar
esse encontro.
Servirá, um dia,
para dizer o que fui

Um gesto aproxima o distantecria conexões que desafiam a finitudetocam o que excede o palpávelA mão que ofertaé a mesma ...
08/04/2026

Um gesto aproxima o distante
cria conexões que desafiam a finitude
tocam o que excede o palpável
A mão que oferta
é a mesma que dá refúgio
e aprendeu que o ato de cozinhar
é entrega
é afeto
A colombina nasce desse lugar
onde cuidar ganha linguagem
Expressa o desejo de cuidar
De dizer:
eu te aceito
te acolho.

📸 Ezequiele Panizzi

Das lembranças de Páscoa – Dona OdeteA Páscoa está no que nos transforma.Está no calor da família, nas lembranças que mo...
04/04/2026

Das lembranças de Páscoa – Dona Odete

A Páscoa está no que nos transforma.
Está no calor da família, nas lembranças que moram silenciosas dentro da infância.
No ato singelo de um pai, de uma mãe, que buscavam nas coisas mais simples um jeito de alimentar o encontro com a fé e a esperança, e assim faziam do domingo de Páscoa um gesto com sentido e simbologia.
Para nós, crianças, tudo era grande.
Porque antes do agrado, vinha o cuidado.
E era ele que nos preenchia.
Os chapéus de palha enfileirados, a espera, o coração apertado de expectativa…
Parecia que não cabia dentro da gente.
É com esse mesmo sentimento que vivemos a Páscoa.
Na mesa partilhada, no olhar atento, no cuidado com quem chega.
Porque mais do que servir, é sobre acolher.
E fazer desse encontro, memória e história de afeto.
Risos, olhares que se cruzam, partilhas que aproximam.

É assim que a família se constrói, ao redor de uma mesa, no cuidado de estar junto.

Desejamos uma Feliz Páscoa.

📸 Ezequiele Panizzi

Há datas que pedem silêncio, outras que pedem encontro.A Páscoa carrega os dois.Na Osteria Della Colombina, esse tempo c...
01/04/2026

Há datas que pedem silêncio, outras que pedem encontro.
A Páscoa carrega os dois.
Na Osteria Della Colombina, esse tempo chega com o coração voltado para o interior, como quem acende uma luz suave e lembra o que realmente é importante. É tempo de fé, de mesa compartilhada.
Na Sexta-feira Santa, a casa silencia.
Um gesto de respeito, de recolhimento, de oração.
No sábado e no domingo, as portas se abrem novamente para o almoço.
A mesa posta, o cheiro que abraça, o alimento que não é só alimento. É presença. É memória.

Que a tua Páscoa encontre espaço para aquilo que não é palpável, mas ultrapassa as palavras.
E, quando for tempo de reunir, a Colombina estará aqui.

📸 Ezequiele Panizzi

Na Osteria Della Colombina, a luz cálida,é quase um sussurro.ela escorre pelas paredesse detém nos veios da madeirae rep...
28/03/2026

Na Osteria Della Colombina, a luz cálida,
é quase um sussurro.
ela escorre pelas paredes
se detém nos veios da madeira
e repousa sobre cada mesa
como quem sabe que ali
já se viveu muito.
Raísa aparece ao fundo
como quem guarda o ritmo do lugar
sem interromper o silêncio
sem apressar as horas.
Há histórias que não precisam de palavras
elas estão nas fotografias
nos objetos que carregam o tempo.
Tudo ali carrega:
um gesto
um nome
um dia que ainda respira.
Então as lembranças acordam
e encontramos o que pensávamos ter perdido.

Há sabores que são encontroguardam históriase um tempo que permanecenaquilo que se faze se partilhaNa mesa da Osteriaa c...
25/03/2026

Há sabores que são encontro
guardam histórias
e um tempo que permanece
naquilo que se faz
e se partilha

Na mesa da Osteria
a culinária italiana
vive nas lembranças da Odete
e nos pratos que f**aram

O capeletti chega assim
como sempre foi
gesto de cuidado
de afeto
e o pão… sempre junto
indispensável
porque comer nunca foi excesso
foi presença

No cuidado com a terrae no respeito pelos ciclosas mãos de Rosângela se tingemdo doceda cor da uva.Ali começa o sabor do...
14/03/2026

No cuidado com a terra
e no respeito pelos ciclos
as mãos de Rosângela se tingem
do doce
da cor da uva.
Ali começa o sabor do vinho.

A vivência de cada momento
encontra um cenário
onde cada safra revela sua própria feição.
As conversas seguem paralelas,
entrecortadas pelo alvoroço de um galo
de idade respeitável,
que se mistura ao alarido das galinhas-de-angola
que, a passos ligeiros,
fazem o reconhecimento do terreno,
num balé de movimentos sincronizados.

Até a Cloe, sempre impertinente,
acolhe a sinfonia,
Pausa, faz silêncio,
e aquieta a vigília,
quase querendo encontrar o sono.

Há mesas que pedem paredes.Outras céu, folhas e o som do vento passando entre os galhos.A sombra da árvore desenhando o ...
12/03/2026

Há mesas que pedem paredes.
Outras céu, folhas e o som do vento passando entre os galhos.
A sombra da árvore desenhando o chão.
A beleza do dia soma-se ao cuidado de cada gesto.
Há até quem vigie tudo.
Do seu jeito, manso, esperando
a recompensa em cada olhar de consentimento.

Há mulheres que não são apenas memória, são legado. Inspiração! Rompem o silêncio e a distância com lições de amor-própr...
08/03/2026

Há mulheres que não são apenas memória, são legado. Inspiração!
Rompem o silêncio e a distância com lições de amor-próprio e altivez:
“Tira-te sú um poquetim.”
Quem ouve apressadamente interpreta a frase como um ajuste no vestido, um gesto de zelo diante do espelho. Mas nesta fala há um código de existência. Arruma-te. Ganha confiança. Recorda quem tu és. Prepara-te. Não te apresentes ao mundo de qualquer maneira.
“Tira-te sú um poquetim”, uma colocação constante da vó Maria de Lourdes Sandrin Bettú, era ética vestida de desígnio. Não se referia apenas à aparência. Falava de presença. Era autoestima construída no dia a dia, que desconhecia a necessidade de plateia.
A casa também conversava com esse propósito.
O assoalho, brilhante devolvia a própria imagem sob os pés, parecia ensinar que quem cuida do chão pode tocar o céu. E ali, no reflexo, quase se podia enxergar um Narciso menos vaidoso e mais atento. Não enamorado de si, mas consciente de si.
As flores não eram ornamento. Dentro e fora, nos vasos e no jardim, cada estação ganhava cor e perfume como se a vida pedisse para ser celebrada. Era o mesmo olhar. O mesmo apuro. A mesma intenção.
E a mesa…
Havia a louça dos dias comuns e a dos dias especiais. Porque ela sabia que o cotidiano também merece respeito, mas que certas visitas pedem memória. E o memorável se constrói com rituais.
Maria de Lourdes organizava o mundo ao redor para organizar o mundo por dentro.
Seu ensinamento alcançou gerações, ganhou voz com um cuidado que diz sem dizer: tu importas.
Neste Dia da Mulher, a homenagem encontra sabedoria:
“Tira-te sú un poquetin.
Ergue o queixo.
E entra na vida como quem sabe o próprio valor.”
Maria de Lourdes Sandrin Bettú

Há, nas cenas da infância,uma singeleza que nos alcançasem exigir explicações.É brisa leve.Tocando a imortalidade.A cert...
04/03/2026

Há, nas cenas da infância,
uma singeleza que nos alcança
sem exigir explicações.
É brisa leve.
Tocando a imortalidade.
A certeza de colher dias coloridos,
a impaciência de viver
tudo
agora.
Voar.
Saltar nuvens.
E no vai e vem do balanço
o mundo f**a próximo.
Pulsa nos pés que cortam o ar,
no riso que escapa antes do medo.

📷 Ezequiele Panizzi

Endereço

Linha São Jorge
Garibaldi, RS
95720-000

Horário de Funcionamento

Sábado 12:00 - 13:30
Domingo 12:00 - 13:30

Telefone

+555434647755

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