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🐈‍⬛ Um thriller neo-noir divertido e cheio de energia, ancorado em um subtexto instigante sobre masculinidade em crise n...
09/02/2025

🐈‍⬛ Um thriller neo-noir divertido e cheio de energia, ancorado em um subtexto instigante sobre masculinidade em crise nos EUA 🎬

Já aproveitou a Semana do Cinema? Se não, aqui vai uma dica: Ladrões, comédia de ação que nosso crítico Rodrigo Torres exaltou como um filme “ágil, divertido e surpreendente” na filmografia do diretor Darren Aronofsky.

⚾️ “Após uma sequência de filmes excessivamente sombrios, Darren Aronofsky encontra em Ladrões uma dosagem mais equilibrada. A narrativa permanece tensa, mas Hank é um personagem carismático e humanizado. Isso é mérito de Charlie Huston, cabendo ao diretor adaptar o roteiro com um bom timing de ação e comédia.”

Segundo o Torres, o filme lembra a obra dos irmãos Coen e de Guy Ritchie, e ainda apresenta um subtexto bacana sobre a crise que assola os Estados Unidos. Leia a crítica completa no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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🐌💧 Uma distopia otimista em que o cineasta pernambucano articula todas as suas marcas de forma alegórica, subversiva e m...
08/29/2025

🐌💧 Uma distopia otimista em que o cineasta pernambucano articula todas as suas marcas de forma alegórica, subversiva e madura 🎬

Tempos difíceis para quem critica o cinema brasileiro. Ganhador do Urso de Prata no Festival de Berlim 2025, O Último Azul mostra força para brigar com O Agente Secreto pela vaga brasileira rumo ao Oscar 2026. Uma obra madura que reúne todas as marcas autorais do cinema político de Gabriel Mascaro com fluidez e poesia, segundo Rodrigo Torres.

✍️ “O Último Azul (2025) não só repete o que vimos em Divino Amor (2019), ao emular no formato de distopia o terror causado pela extrema-direita no país, como conjura tudo o que vimos anteriormente em sua obra.

🍃 Um filme cuja estética naturalista combina o colorido azul e verde da natureza com luzes artificiais em seu clímax lisérgico. O cuidado com o som e o tom contemplativo do cinema de Gabriel Mascaro nunca disseram tanto: representam o olhar de Tereza (Denise Weinberg) para um futuro inesperado, desbravando o mundo e gozando da liberdade aos 77 anos.

🇧🇷 É fascinante pensar que essa he***na — ao desafiar o governo, que deseja aprisioná-la numa colônia distante, ao desafiar sua filha, que receberá uma compensação financeira quando a mãe partir, e ao desafiar o desígnio divino, ao viver tão intensamente no fim da vida — desconstrói o lema da extrema-direita brasileira: ‘Deus, Pátria e Família’.”

Leia a crítica completa do Torres no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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👹 Irmãos Phillippou constroem uma narrativa sinistra sobre luto, maternidade e abuso, mas frustram ao construir uma dram...
08/27/2025

👹 Irmãos Phillippou constroem uma narrativa sinistra sobre luto, maternidade e abuso, mas frustram ao construir uma dramaturgia tão artificial 🎬

Faça Ela Voltar (2025) é um dos destaques dessa onda de filmes de terror lançados recentemente nos cinemas brasileiros. Para Rodrigo Torres, os irmãos Philippou compreendem que “o horror não se resume a provocar medo graf**amente, e articulam o cinema de gênero como representação simbólica (e macabra) de questões humanas”, o que é bom.

Porém, Torres diz que os cineastas australianos vacilam no momento de construir seu drama familiar e no abuso da suspensão de descrença:

✍️ “Uma dose de criatividade, coesão e coerência narrativa é importante para engajar o público. O texto e a encenação de Faça Ela Voltar são muito soltos. Seus conflitos, mal elaborados, previsíveis e repetitivos. Suas cenas mais gráf**as acontecem porque sim, do nada.

🧟‍♂️ É por isso que a presença moribunda de Ollie não alarma Andy (um jovem tão questionador e inteligente): a concepção be***al do personagem não é fruto de um processo dramático, mas um dispositivo de roteiro preguiçoso.

🎭 Nem mesmo o (imenso) talento de Sally Hawkins disfarça a insistência dos irmãos Phillippou em convencer o espectador de uma manipulação tão mal construída — e somente porque Piper não consegue enxergar, como se lhe faltasse todos os outros sentidos, e inteligência.”

Concorda? Escreve aqui embaixo. E confira o texto completo do Torres lá no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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👀 O diretor Michael Shanks desvia a câmera do horror corporal em vez de usar o horror corporal para o público desviar o ...
08/21/2025

👀 O diretor Michael Shanks desvia a câmera do horror corporal em vez de usar o horror corporal para o público desviar o olhar 🎬

Agosto vem se notabilizando como um mês ótimo para o cinema de terror e horror, com filmes aclamados pela crítica e pelo público. Para Rodrigo Torres, no entanto, Juntos não se destaca como um dos melhores da temporada.

🔪🩸 Em sua estreia em longas, o cineasta Michael Shanks desperdiça um ótimo argumento na medida em que se furta de chocar o público, como é esperado de um filme de ‘body horror’. “O diretor tem medo de mostrar o horror que deveria ser a base do filme”.

Torres destaca ainda uns probleminhas de coesão e coerência narrativa ao longo da crítica, completa lá no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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💴 🇯🇵 Kiyoshi Kurosawa constrói uma parábola crua e desesperançosa quanto ao futuro de um mundo cada vez mais egoísta e s...
08/12/2025

💴 🇯🇵 Kiyoshi Kurosawa constrói uma parábola crua e desesperançosa quanto ao futuro de um mundo cada vez mais egoísta e selvagem 🤑🎬

Rodrigo Torres escreve sobre Cloud, filme japonês apontado como um dos melhores do ano, refletindo sobre a articulação peculiar de sua narrativa e linguagem com o cinema de gênero na estruturação do seu discurso.

✍️ “Kiyoshi Kurosawa trabalha os temas de Cloud com um rigor formal bem estabelecido. O ritmo do filme é deliberadamente lento, privilegiando a atmosfera e uma narrativa ambígua, tensa, em detrimento de grandes sustos e reviravoltas.

Os espaços se articulam com a trama. A primeira parte ocorre em Tóquio, denotando a toxicidade da vida urbana. Na segunda, quando a vingança explode e o filme abraça o gênero, o cenário é um clichê adequado: a casa na floresta, alienada de preceitos cívicos.

✍️ As cenas de ação não têm trilha sonora, só tiros secos, bebendo da fonte de Michael Mann sem evocar o espetáculo dos filmes de Hollywood. Kurosawa almeja um realismo bruto, pois retrata pessoas reais numa situação que não deseja romantizar nem minimamente.

Cloud – Nuvem de Vingança é uma parábola crua, desesperançosa, sem espaço para catarse.”

Leia a crítica completa do Torres lá no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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Postagens💴 🇯🇵 Kiyoshi Kurosawa constrói uma parábola crua e desesperançosa quanto ao futuro de um mundo cada vez mais eg...
08/12/2025

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💴 🇯🇵 Kiyoshi Kurosawa constrói uma parábola crua e desesperançosa quanto ao futuro de um mundo cada vez mais egoísta e selvagem 🤑🎬

Rodrigo Torres escreve sobre Cloud, filme japonês apontado como um dos melhores do ano, refletindo sobre a articulação peculiar de sua narrativa e linguagem com o cinema de gênero na estruturação do seu discurso.

✍️ “Kiyoshi Kurosawa trabalha os temas de Cloud com um rigor formal bem estabelecido. O ritmo do filme é deliberadamente lento, privilegiando a atmosfera e uma narrativa ambígua, tensa, em detrimento de grandes sustos e reviravoltas.

Os espaços se articulam com a trama. A primeira parte ocorre em Tóquio, denotando a toxicidade da vida urbana. Na segunda, quando a vingança explode e o filme abraça o gênero, o cenário é um clichê adequado: a casa na floresta, alienada de preceitos cívicos.

✍️ As cenas de ação não têm trilha sonora, só tiros secos, bebendo da fonte de Michael Mann sem evocar o espetáculo dos filmes de Hollywood. Kurosawa almeja um realismo bruto, pois retrata pessoas reais numa situação que não deseja romantizar nem minimamente.

Cloud – Nuvem de Vingança é uma parábola crua, desesperançosa, sem espaço para catarse.”

Leia a crítica completa do Torres lá no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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🎶🎷 Comédia dramática francesa enfatiza que trajetórias sociais distintas moldam os talentos, ambições e o futuro de pess...
08/11/2025

🎶🎷 Comédia dramática francesa enfatiza que trajetórias sociais distintas moldam os talentos, ambições e o futuro de pessoas iguais 🎬

Em uma semana de muitas estreias, dentre grandes lançamentos, de grandes estúdios, e obras aclamadas pela crítica, Rodrigo Torres destaca um filme menor, lançado pela O2 em um circuito mais restrito, que é para toda a família e reúne qualidades surpreendentes, apesar de simples.

✍️ “A Fanfarra explora convenções do subgênero sem fazer concessões comerciais grotescas. Um bom exemplo disso é o final: melodramático e melancólico na medida certa. O que se esperava ocorre de modo inesperado, como um Whiplash (2014) à francesa. E termina repentinamente”, diz o Torres, exaltando o fato de o cineasta Emmanuel Courcol abdicar de um desfecho tradicional.

“A Fanfarra começa como um típico ‘feel good movie’ e se transforma numa obra que termina onde acha que deve terminar, sem ceder a expectativa alguma, com total coesão e coerência, entregando ao espectador um olhar maduro do que é a vida: imprevisível e inconclusa.” 

Leia a crítica completa no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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💛🤱 Anna Muylaert filma a difícil encruzilhada de uma mulher preta entre o instinto materno e o desejo feminino em A Melh...
08/10/2025

💛🤱 Anna Muylaert filma a difícil encruzilhada de uma mulher preta entre o instinto materno e o desejo feminino em A Melhor Mãe do Mundo 🎬

Um dos principais filmes nos cinemas brasileiros neste Dia dos Pais é, sugestivamente, um filme sobre maternidade. Segundo Rodrigo Torres, um bom longa-metragem, no qual a diretora e roteirista supera as ressalvas do crítico e, de certa forma, a certas limitações do seu próprio cinema.

“Assim como em Mãe Só Há Uma (2016) e Que Horas Ela Volta? (2015), Anna Muylaert articula maternidade e questões femininas adjacentes em A Melhor Mãe do Mundo (2025) de maneira exemplar tematicamente. Porém, vejo um mérito maior da cineasta em seu novo filme, na medida em que não esgota esses temas com verborragia e conserva discussões no subtexto.

✍️ Dito isso, gostaria de ver mais cenas como aquela em que Gal toma banho. Uma encenação bonita, que utiliza a nudez sem apelação, que explora o espaço e suspende o tempo de tal modo que convida o espectador a tirar sentidos literais e figurados daquela imagem, e sublinha o alívio da protagonista após sua extenuante viagem com os filhos.

Penso que esse tipo de abordagem, mais estilística, em maior profusão, potencializaria a obra da diretora e roteirista cinematograf**amente, pois enriquece seu discurso.”

Leia a crítica completa no site. Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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❤️💧 Novo filme da diretora de Vidas Passadas (2023) “retrata os afetos na era dos algoritmos de forma irônica, até coraj...
08/05/2025

❤️💧 Novo filme da diretora de Vidas Passadas (2023) “retrata os afetos na era dos algoritmos de forma irônica, até corajosa, mas cede a convenções de um romance tradicional” 🎬

Essa é a opinião do Rodrigo Torres sobre Amores Materialistas, comédia romântica de Celine Song que provoca o espectador com sua abordagem (“paródica”) sobre o esfriamento e burocratização das relações afetivas em um sociedade tão patriarcal e capitalista.

Torres elogia a maneira como a cineasta retrata a Lucy vivida por Dakota Johnson (de forma “tão inumana quanto a Lucy de Scarlett Johansson”), pela ambivalência da personagem e uma construção progressiva e instigante.

Por isso, ele lamenta que Lucy fique tão comportada, repentinamente, depois que ela vive um conflito. Mas entenda melhor os argumentos do Torres acessando a crítica completa. Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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4️⃣ Novo filme da Primeira Família tem carisma, sensibilidade e uma estética bacana, mas desaba quando a Marvel entra no...
07/29/2025

4️⃣ Novo filme da Primeira Família tem carisma, sensibilidade e uma estética bacana, mas desaba quando a Marvel entra no modo automático 🎬

Rodrigo Torres br**ca com o título do novo Quarteto Fantástico e diz que o filme se trata de um bom primeiro passo da franquia, graças à sua primeira metade. Mas lamenta a chegada de um terceiro ato genérico como quase todo filme do Marvel Studios.

“De modo geral, 2025 é mesmo o ano em que Marvel e DC lamberam as feridas e tomaram novos rumos para resgatar seus universos cinematográficos de super-heróis.

📣 Porém, enquanto Superman aponta um futuro promissor nas mãos de James Gunn, o produtor Kevin Feige vem insistindo nos mesmos vícios e fórmulas, no mínimo, desde Os Vingadores (2012).

Tanto o surpreendente Thunderbolts* quanto o irregular Quarteto Fantástico: Primeiros Passos caem muito quando, na segunda metade, abraçam o mesmo desfecho grandioso, catastrófico e insípido de basicamente todo filme do Marvel Studios.”

Leia a crítica completa do Torres no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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🏆 2025 é um ano especial pro cinema brasileiro. Prêmios mundo afora, bons lançamentos e uma série de restaurações maravi...
07/28/2025

🏆 2025 é um ano especial pro cinema brasileiro. Prêmios mundo afora, bons lançamentos e uma série de restaurações maravilhosas de obras fundamentais – e uma delas é Iracema - Uma Transa Amazônica 🎬

Rodrigo Torres contextualiza que o filme de Jorge Bodanzky e Orlando Senna surge como uma releitura radical da obra homônima de José de Alencar, na qual a personagem-título “é uma menina indígena de 15 anos que se prostitui para sobreviver” e isso resulta num longa-metragem que se mantém impactante 50 anos depois. Abre aspas pro Torres:

🗣️ “Nesta versão fílmica, Martim dá lugar a Tião Brasil Grande, um caminhoneiro gaúcho (tosco) que traz nos modos, nos diálogos e até no nome a vulgaridade e o conformismo da pequena burguesia branca, beneficiária direta do ‘milagre econômico’ excludente da (corrupta) Ditadura Militar.

Assim, o subtítulo de Iracema  - Uma Transa Amazônica explicita as reais intenções do  regime militar ao longo de seus 21 anos: realizar obras públicas (como a Rodovia Transamazônica) não com o intuito de desenvolver o país de fato e igualmente, mas de enriquecer seus pares — a elite branca do Brasil — ao custo da exploração de mulheres, indígenas, dos pobres e da natureza, de um modo tão violento e obsceno quanto uma violação sexual.”

🇧🇷 Torres diz ainda que Iracema parece uma resposta direta ao PL da Devastação, aprovado no último dia 17, e que a obra restaurada em 4K merece ser vista nos cinemas. Procure o filme em sua cidade e leia a crítica completa no site! Link na bio, nos stories e destaques! 🎬

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🐻🏆 Tem Urso de Ouro nos cinemas brasileiros — ainda, aproveita! E tem texto sobre Dreams no site — corre lá! 🎬Rodrigo To...
07/21/2025

🐻🏆 Tem Urso de Ouro nos cinemas brasileiros — ainda, aproveita! E tem texto sobre Dreams no site — corre lá! 🎬

Rodrigo Torres discute como o diretor e roteirista Dag Johan Haugerud, que também é romancista, potencializa um subgênero subestimado (a dramédia romântica) e um recurso narrativo divisivo (a narração em off) com sua dramaturgia refinada neste grande fim de trilogia, Dreams (S*x Love).

“Originalmente um romancista, Dag Johan Haugerud subverte nossa condição costumeira de espectador onisciente, deixando em aberto se a história (baseada no diário de Johanne) condiz com a realidade ou se a protagonista esconde a verdade para preservar Johanna. Além de confuso quanto à veracidade das informações que recebeu, o público f**a submisso à manipulação literária do eu-lírico, f**a vulnerável, mas ativo perante a obra - o que remonta ao que Lee Chang-dong faz no excelente Em Chamas (2018).

💭 Essa decisão narrativa confere a Johanne uma ambiguidade moral que se estende para todas as outras personagens de Dreams. Isso inclui principalmente sua mãe Kristin (Ane Dahl Torp) e a avó progressista e escritora da protagonista, Karin (Anne Marit Jacobsen), que passam a questionar suas vidas e confrontar suas frustrações após se deparar com o furor criativo e amoroso da caçula da família, de apenas 15 anos, a ponto de boicotar os sonhos de Johanne. E o diretor e roteirista noruguês faz isso sem vilanizar ninguém.”

Leia a crítica completa do Torres no site! Link na bio, nos stories e destaques! Aproveita enquanto Dreams está nos cinemas, o filme é ótimo! 🎬

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